Mostrar mensagens com a etiqueta aprender. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta aprender. Mostrar todas as mensagens

domingo, 20 de março de 2022

Conselhos de vida a partir de 4 anos | Lar de idosos para crianças de 4 anos



https://www.youtube.com/watch?v=FOivYsmL3MU



https://www.youtube.com/watch?v=aqttodhnFJc&list=PLsPVOdZ3LN6eDp32MBixK0cEcaOqEbsfd&index=2

 






 




sábado, 2 de junho de 2018

A educação de adultos





É fundamental incentivar os adultos a aprender, a refletir e praticar as suas próprias habilidades sociais e emocionais , para o sucesso da implementação de um currículo de competências sociais e emocionaisA construção de relações, num ambiente de interacção, reflexão e colaboração (cooperação) . 

A importancia e o papel das competencias socioemocionais ganhou forma no mundo inteiro ao longo das ultimas décadas. O aparecimento, nos anos 90, do Paradigma do Desenvolvimento Humano, proposto pelo PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) e a publicação do Relatório Jacques Delors, organizado pela Unesco, representaram um importante passo para o debate sobre a importancia de uma educação plena, que considera o ser humano na sua integralidade.  
O primeiro texto coloca as pessoas no centro dos processos de desenvolvimento e destaca a educação como oportunidade central para prepará-las para escolhas e ajudá-las a transformar as suas capacidades em competências.
     
O Relatório da UNESCO sugere um sistema de ensino assente em quatro pilares

Nas mais diversas áreas (Educação, psicologia e neurociências) começam a ser definidas por especialistas quais seriam as competências necessárias ao alcance dos quatro pilares propostos e se existiriam outros grandes objetivos para a aprendizagem. Foram feitos estudos onde investigaram a relação entre o desenvolvimento socioemocional e desenvolvimento cognitivo assim como a união dos dois com os vários contextos de aprendizagem (família, escola, comunidade, ambiente laboral etc.) e com outros indicadores de bem estar ao longo da vida (saúde, segurança, renda, entre outras).

Que competências socioemocionais podem ser desenvolvidas?
Neste processo, tanto crianças como adultos, aprendem a colocar em prática as melhores  atitudes e habilidades para controlar emoções, alcançar objetivos, demonstrar empatia, manter relações sociais positivas e tomar de cisões de maneira responsável entre outros. Uma abordagem como essa pode ajudar, por exemplo, na elaboração de práticas pedagógicas mais justas e eficazes.
A preocupação com o desenvolvimentondessas caracteristicas sempre foi objetivo da Educação e precisa ser entendido como um processo de formação integral que não se restringe à transmissão de conteúdos.
" Estamos a falar de uma mudança de cultura, de compreensão da vida, do que acreditamos que é o ser humano, o conhecimento e a aprendizagem" explica a Anita Abed consultora da Unesco (Organização das Nações Unidas para a educação e Cultura). "O conhecimento em si deve ser amplamente significativo e agradável, algo da ordem socioemocional".


Anita Abed, consultora da UNESCO e autora de estudo-base sobre competência socioemocionais para o Conselho Nacional de Educação, explica como a abordagem ajuda a formar um cidadão completo

A nova visão não implica em deixar de lado o grupo de competências conhecidas como cognitivas (interpretar, refletir, pensar abstratamente, generalizar aprendizados), até porque elas estão relacionadas estreitamente com as socioemocionais. 

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

A nova Educação

“A Nova Educação”, de César Bona
Qual a importância do professor no percurso escolar e na vida do aluno?
É vital. Nós vamos marcar a vida dos rapazes e das raparigas. Costumo dizer que a escola, a sociedade ou a vida não têm um muro. Temos de educar para a vida porque vamos influenciá-los. Vamos ser os seus modelos.
Mas entende que os professores estão muito fixados em ensinar, quando deviam estar preocupados com a aprendizagem das crianças e disponíveis para aprender com elas. Porque diz isto? 
Obviamente, quando escolhemos uma profissão, temos de dar o máximo. Supõe-se que estamos preparados para ensinar, mas não podemos esquecer que temos de estar sempre a aprender: com os nossos colegas, com a nossa família, e sobretudo com as nossas crianças. Além disso, quando dizemos às crianças que aprendemos com elas, estamos a promover a auto-estima. É importante que eles sintam que podem dar algo à turma, aos colegas e à sociedade. A essência de uma criança é composta por criatividade, imaginação e esperança. Então, se não tivermos isso em conta estaremos a perder uma grande oportunidade para que eles aprendam e para tirar deles o máximo partido.
"A essência de uma criança é composta por criatividade, imaginação e esperança. 
Criatividade. É um ponto em que insiste bastante. Como se pode estimular a criatividade dos alunos?
Sobretudo escutando, deixando-os falar. Não temos que ver as crianças como um recipiente que temos de encher de conhecimento.
E porque é que há professores que não estimulam essa criatividade? Dá mais trabalho? Falta tempo?
Não creio que seja uma questão de trabalho. Acho que quando nos tornamos adultos, esquecemo-nos de que fomos crianças. E quando trabalhamos com crianças devemos sempre lembrar-nos da criança que fomos. Assim vamos entendê-los melhor e eles entendem-nos melhor também.
Mas optar por um método de ensino em que se deixa a criança falar e em que se estimula a criatividade exige mais trabalho e disponibilidade da parte do professor do que uma aula expositiva. Ou não?
Não creio que dê realmente mais trabalho. Diz isso porque, por norma, a educação tem sido assim, expositiva. Temos vindo a criar metas individuais quando somos seres sociais. Em muitas aulas as mesas e as cadeiras estão voltadas para o quadro. Isso significa que o tipo de interação que queremos é que nos escutem e que repitam. Mas se vamos educar para a sociedade, temos de estimular o diálogo, a reflexão, o respeito.
Como organiza os seus alunos na sala de aula? 
Os alunos estão organizados em grupos, formados ao calhas. E vão mudando de grupo ao longo do ano. Quando estás com uma pessoa diferente de ti por perto vais aprendendo mais.
Como é que consegue garantir que as crianças, no meio da criatividade, e desta liberdade que lhes é dada, conseguem aprender o currículo imposto centralmente?
As editoras têm um grande peso. A informação que está num livro, está em todos. Se queremos educar para as competências devemos esquecer um pouco as disciplinas – a matemática, as línguas. Pode-se aprender muito mais coisas do currículo simplesmente fazendo-lhes perguntas ou permitindo-lhes fazerem perguntas.
http://observador.pt/especiais/devemos-conseguir-que-os-alunos-aprendam-e-nao-apenas-prepara-los-para-os-exames/

domingo, 5 de fevereiro de 2017

5 formas de tornar a leitura de um livro divertida, inesquecível


Resultado de imagem para a leitura e as crianças
Usar vários sentidos, é isso que queremos dizer quando empregamos o termo “experiência sensorial”. Uma experiência sensorial rica é tudo o que o cérebro dos pequenos precisam para desenvolver as habilidades que serão necessárias para interagir com o ambiente com sucesso.
Resultado de imagem para livros sensoriais
 Essa realidade é válida para qualquer criança e em qualquer contexto, incluindo a criança com deficiência. Aliás, as deficiências “impedem” que essa experiência seja algo espontâneo, que flui com a rotina dos pequenos, e exige dos pais e adultos envolvidos com a criança, terapeutas, familiares e cuidadores, uma “forcinha” a mais!
Resultado de imagem para as crianças e os livros sensoriais
A busca por experiência com diversos estímulos surge naturalmente enquanto os pequenos se desenvolvem, basta prestar atenção no tipo de brincadeira que eles escolhem: girar, pegar na areia, prestar atenção nas cores e até bater para escutar sons.
Imagem relacionada 
A leitura pode também ser incrementada com uma boa dose de estímulos e as dicas de como fazer isso :





Primeiro de tudo LER EM VOZ ALTA um livro com imagens pode ser uma atividade ativa e envolvente para a criança com o uso de algumas estratégias fáceis. Aqui estão cinco maneiras de como você pode fazer a leitura de um livro de imagens uma experiência sensorial:
Adicionar textura a um livro de imagens usando uma pistola de cola quente para fixar um material que é apropriado. Por exemplo, colar uma bola de algodão para as ovelhas. Como você está lendo o livro, vai incentivar a criança a tocar nas ovelhas e o que sente (por exemplo, macio, fofo etc.).

Anexar textura em um livro pode ser muito útil para enriquecer a leitura, dando mais informações sobre os personagens e os contextos, aumentando a memorização da história, aproximando os elementos da realidade e deixando a criança mais envolvida na atividade.  Para os pequenos leitores com deficiência visual adicionar texturas torna o livro mais viável à compreensão, bem como todas as questões ditas acima.
Usar recursos visuais e/ou adereços é outra estratégia. Mas o que são recursos visuais ou adereços? Por exemplo, usar a miniatura de animais presentes no livro ou objetos que os personagem usam ou têm contato. Uma vaca que gostava de cozinhar no livro pode ser representada por um bicho de borracha e você pode incrementar com utensílios da cozinha, uma panelinha e uma colher de pau. Ao usar essa estratégia você ajuda a criança a recontar a história e a trazer os objetos que estão ao redor dela em um contexto diferente.  Sentir e manipular os recursos visuais e/ou adereços, enquanto você lê a leitura do livro da história pode ajudar a tornar tudo mais rico e envolvente.
Resultado de imagem para livros sensoriais

Reproduza os sons dos elementos do livroComo você está lendo o livro, você pode incentivar a criança a criar os sons das ações do livro. Os sons estão difícil para a criança fazer? busque brinquedos que reproduzam esse som ou outros elementos da casa. Incentive continuamente a criança a a imitar os sons, mesmo que eles não não se aproximem do pretendido, o que vale é a participação, o envolvimento! 
Para a criança que é minimamente verbal ou não-verbal, você utilizar recursos para a comunicação aumentativa e alternativa para os sons, recursos usados para crianças que precisam de imagens para se comunicar.

Resultado de imagem para contadores de historias











Utilize os odores e sabores. Esta é uma estratégia interessante, embora não funcione para todos os livros, mas seja criativo! Por exemplo, quando a leitura envolve uma história com elementos amadeirados, procure fragrâncias assim dentro da sua casa ou do ambiente de está com a criança. Aromas de baunilha, chocolate, dentre outros podem ser encontrados em algumas cozinhas. Experimente!

Imagem relacionada
Mexa-se!! Ao ler um livro se levante e imite certos movimentos. Se o personagem do livro está na natação, imite uma pessoa nadando. Se o personagem está saltando, salte! Incentive a criança a também fazer.



Usando essas dicas você vai tornar a experiência de ler ainda mais rica e até democrática! 

Resultado de imagem para o livro e o sonho das crianças







sábado, 4 de junho de 2016

O que crianças podem oferecer aos idosos? O que recebem as crianças?

Uma casa de repouso em Seattle, nos Estados Unidos, a Providence Mount St. Vincent, quis saber como seria a integração dos dois extremos da vida. E parece que o programa "The Intergenerational Learning Center" (ILC), Centro de Aprendizagem Intergeracional  está a ter resultados muito positivos.
A creche, que recebe crianças com idade entre seis semanas até a pré-escola com cinco anos, fica no mesmo prédio da casa de repouso que conta com 400 idosos. O convívio entre eles é de emocionar-se. As atividades dos pequenos são feitas em conjunto com os idosos supervisionados pelos professores.


O programa, além de ensinar as crianças sobre o envelhecimento, quer criar uma sensibilidade em como conviver com pessoas com deficiências ou movimentos limitados.


No outro lado da história estão os idosos que também saem ganhando com o convívio diário. De acordo com estudos realizados pelo ILC, 43% dos idosos têm uma experiência social de isolamento que pode levar a solidão, depressão, declínio mental e físico. E o que as crianças têm levado a eles é o oposto: diversão, alegria e um sentimento de que não foram esquecidos e que ainda têm muito para ensinar.

Caroline Canazart




https://www.youtube.com/watch?v=6K3H2VqQKcc




sábado, 6 de fevereiro de 2016

As crianças amadas tornam-se adultos que sabem amar


    Nossas primeiras experiências com o mundo marcam o início do nosso desenvolvimento emocional. Na infância se tece uma rede que conectará nossa mente e nosso corpo, o que determinará em grande parte o desenvolvimento da capacidade de sentir e de amar.
    Neste sentido, nosso crescimento emocional dependerá dos nossos primeiros intercâmbios emocionais, que nos ensinarão o que ver e o que não ver no mundo emocional e social no qual nos encontramos.
      

    Assim, o campo da nossa infância nos permite semear o amor de maneira natural, o que determinará que a capacidade de amar e de sermos amados cresça de maneira saudável e nos ajude a nos desenvolvermos no futuro.
    “Somos seres emocionais que aprendem a pensar, não máquinas pensantes que aprendem a sentir”
    Stanisla Bachrach
    Se alimentarmos as crianças com amor, os medos morrerão de fome
    As amostras de carinho e afeto elevam a autoestima das crianças e as ajudam a construir uma personalidade emocionalmente adaptada e inteligente. Ou seja, o nosso amor as ajuda a lidar com os medos naturais que surgem nas diferentes idades, fomentando um grau de sensibilidade saudável.

    As crianças têm uma confiança natural em si mesmas. De fato, nos surpreende que frente a desvantagens insuperáveis e fracassos repetidos elas não desistam. A persistência, o otimismo, a automotivação e o entusiasmo são qualidades inatas das crianças.
    Percebermos isso nos ajuda a sermos conscientes do quão importante é amarmos nossos filhos e educá-los em relação ao respeito, empatia, expressão e compreensão dos sentimentos, controle da impaciência, capacidade de adaptação, amabilidade e independência.


    O que podemos fazer para criar crianças felizes e saudáveis?
    O temperamento de uma criança reflete um sistema de circuitos emocionais inatos específicos no cérebro, um esquema de sua expressão emocional presente e futura, e de seu comportamento. Estes podem ser adequados ou não, por isso a educação deve se tornar um apoio e um guia para elas.

    Para alcançar uma saúde emocional ideal, devemos mudar a forma como se desenvolve o cérebro das crianças. A ideia é que através do amor e da educação emocional estimulemos certas conexões neuronais saudáveis.
    Ou seja, todas as crianças e todos os adultos partem de certas características determinadas que devem ser administradas em conjunto para que possamos alcançar o bem-estar físico e emocional.
    Por exemplo, quando uma criança é tímida por natureza os adultos que se encontram ao seu redor a protegem exageradamente, fazendo com que ela se torne ansiosa com o passar do tempo.

    As chaves básicas de uma educação emocional saudável
    1. Os especialistas costumam recomendar que ajudemos as crianças a falarem de suas emoções como uma maneira de compreender a si mesmas e os demais. Entretanto, as palavras só dão conta de uma pequena parte (10%) do verdadeiro significado que obtemos através da comunicação emocional.
    Por essa razão, não podemos ficar só na verbalização; devemos ensiná-las a compreender o significado da postura, das expressões faciais, do tom de voz e de qualquer tipo de linguagem corporal. Isso será muito mais efetivo e completo para o seu desenvolvimento.
    2. Há anos vem se promovendo o desenvolvimento da autoestima de uma criança através do elogio constante. Entretanto, isso pode fazer mais mal do que bem. Os elogios só ajudarão as nossas crianças a se sentirem bem consigo mesmas se eles estiverem relacionados a ganhos específicos e ao domínio de novas aptidões.
    3. O stresse é um dos grandes inimigos da infância. Entretanto, é um inconveniente com o qual elas têm que conviver, por isso protegê-las em excesso é uma das piores coisas que podemos fazer. devem aprender a enfrentar estas dificuldades naturais de tal forma que desenvolvam novos caminhos neurais que as permitam se adaptar ao meio no qual vivem.
    Não podemos tentar criar nossas crianças em um mundo da Disney de inocência e ingenuidade. O stresse e a inquietação fazem parte do mundo real e da experiência humana, tanto quanto o amor e o cuidado.
    Se tentarmos eliminar esses obstáculos, impediremos que elas tenham a oportunidade de aprender e desenvolver capacidades realmente importantes que as ajudem a enfrentar desafios e decepções que são inevitáveis na vida.
    Revista Pazes - Psicologia e comportamento

domingo, 27 de dezembro de 2015

Formas de aprendizagem



"Num projecto sem fins lucrativos sonhado, pensado, criado e sustentado por um grupo de famílias, torna-se, ainda, clara a centralidade do desejo de aproximar as famílias à instituição responsável pelo percurso escolar das suas crianças. Partindo de objectivos evidentemente comuns – o bem-estar emocional, físico e intelectual das crianças –, procuraremos sempre funcionar em consonância com os encarregados de educação, dada a importância desta ligação e dos contributos mútuos para a continuação do crescimento do projecto. É, por isso, fundamental o estabelecimento de uma comunicação directa e objectiva. Vemos, assim, a instituição escolar, efectiva e fulcralmente, como um prolongamento da vida em família, acreditando, como tal, na criação sentida e pensada de um ambiente familiar no dia-a-dia da instituição escolar. "