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sexta-feira, 15 de junho de 2018

O desenvolvimento emocional das crianças com os animais


Ter um animal de estimação, especialmente numa família com crianças, pode parecer demasiado complicado. Mas as recompensas podem ser muitas, especialmente para os mais novos.
Vários estudos comprovam que 
as crianças que têm um animal de estimação têm um índice de inteligência emocional superior. Isto porque, como destaca a plataforma Love Pet Food, os animais ajudam as crianças a desenvolver diferentes capacidades emocionais.

Compaixão: Se desde pequena a criança tiver um animal de estimação, saberá que aquele animal precisa de atenção. A relação entre a criança e o animal de estimação vai ajudá-la a criar empatia e a conseguir detectar as necessidades do animal. Valências que depois poderá aplicar também em relação às pessoas que a rodeiam.

Responsabilidade: Dar algumas responsabilidades à criança no que diz respeito aos cuidados a ter com o animal de estimação – como ter de lhe dar comida, água, de brincar ou passear com ele – vai dar-lhe um sentimento de competência e realização. Além disso poderá aumentar a independência e a autoestima da criança.
Desenvolvimento cognitivo: Quando fala com o animal de estimação a criança estará a desenvolver o seu sistema cognitivo. Imaginando histórias e desenvolvendo a fala.

Emoção: As crianças podem ter dificuldade em exprimir as suas emoções. Os animais de estimação podem ajudar a criança a sentir-se mais segura e confortável para o fazer.

Gestão do stresse. Estudos apontam que as crianças preferem contar os seus problemas aos animais do que aos pais, por exemplo. Por isso o animal pode ser, além de boa companhia, um gestor de stresse para a criança. Além disso, dar mimos aos animais ajuda a criança a reduzir os níveis de stress.

http://www.noticiasaominuto.com/lifestyle/477693/animais-contribuem-para-a-inteligencia-emocional-das-criancas

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Atividades para trabalhar Sentimentos e Emoções na Educação Infantil


A inclusão de atividades para o desenvolvimento de competencies socioemocionais nos curriculos da educação básica é a primeira demanda, cada vez mais urgente. Educadores de todos os locais, estão a criar atividades e projetos que possam ser incluídos no plano da aula da educação infantil.
A aprendizagem de competências socioemocionais contribui para a construção de um ambiente social mais amigável, permitindo que as crianças desenvolvam e mantenham relacionamentos mais saudáveis umas com as outras e com os adultos.

Um dos pilares da aprendizagem socioemocional é o reconhecimento das emoções.



Reconhecimento de emoções:

Aprendemos a reconhecer e a expressar as nossa próprias emoções para outras pessoas a fim de compartilhar as experiências, de pedir ajuda ou de sinalizar consequências de ações externas ("fiquei feliz porque você ...." , "estou muito triste com a sua atitude"), porque as expressões das emoções dão-nos a perceção como as pessoas se estão a sentir e criam oportunidades para que possamos reagir à situação. Quando um colega está triste, por exemplo, a nossa reação é perguntar se ele precisa de ajuda.


Saber reconhecer as próprias emoções e, principalmente, saber reconhecer as emoções de outras pessoas é um passo importante na construção de habilidades sociais como empatia, amizade e respeito.
Os educadores podem elaborar um plano de aula para trabalhar sentimentos e emoções na educação infantil através da incorporação de diversas atividades.




Algumas formas de ajudar as crianças a aprenderem a reconhecer as emoções e desenvolver competências sociais:

IDENTIFICANDO E NOMEANDO EMOÇÕES
  1. Ofereça modelos através de ilustrações ou fotografias
  2. Brinque o imitar de emoções utilizando um espelho.
  3. Utilize livros ou videos para contar histórias.
  4. Articule as emoções com os combinados em sala de aula.
  5. Valide e encoraje a expressão de sentimentos.
  6. Aproveite as situações do dia a dia.


Uma criança aprende que tristeza se chama "tristeza" porque outras pessoas dizem "o João está triste" ou " fiquei triste por causa de...". São os adultos que oferecem modelos e conceitos para as crianças aprenderem a reconhecer e nomear as emoções.

Verifique se as crianças sabem reconhecer algumas emoções básicas, como: alegria, tristeza, raiva, medo, surpresa e nojo. Podem ser usadas ilustrações impressas ou fotografias e pedir para as crianças nomearem e ensinar os nomes quando elas não souberem.


Não tenha receio de ensinar as crianças a identificarem e nomearem as emoções. Dê ilustrações explicitas, dê um modelo, dê os nomes. Pode parecer disparate, mas muitas crianças não tem oportunidade de aprender essas habilidades em casa.


EXEMPLOS DE ATIVIDADES PARA TRABALHAR AS EMOÇÕES


Também se pode brincar e simular algumas emoções. A educadora pode começar a brincadeira a fingir que está triste ou com raiva e pedir às crianças para identificarem a emoção. Em seguida é a vez delas. Um espelho pode ser bastante útil 
nessa atividade para elas olharem a própria expressão facial. 

Podem ser usados livros ou videos para contar histórias e propor que as crianças identifiquem os sentimentos das personagens ("como é que ele se está a sentir") , as situações que produziram os sentimentos ("porque é que ele está triste?") , as ações tomadas ("o que é que ele fez quando estava triste?") e o valor moral dessas ações ("foi justo o que ele fez", "ele podia ter agido de outra forma?").


REGRAS E ENCORAJAMENTO

A maioria dos educadores estabelecem regras (ou combinados) junto de seus alunos em sala de aula. Muitas salas tem o quadro de regras colado à parede. Podemos relacionar os sentimentos com essas regras. Por exemplo "não pode bater no colega" porque se bater, o colega vai ficar "triste", "organize os brinquedos" para a educadora ficar "feliz".
Valide a expressão de sentimentos e encoraje as crianças a se expressarem verbalmente, incentivando-as a identificar o sentimento e a explicar a situação que o motivou. Por exemplo quando uma criança estiver a chorar pergunte "o que é que se passou?" ao invés de repreende-la com um "pára de chorar!". 

Ao minimizar punir ou deixar de acolher a criança, não lhe está a ser dada a oportunidade de aprender a responder positivamente a uma emoção.
Quando a educadora reage de forma positiva, a criança aprende também a reagir de forma positiva à emoção dos colegas e dos adultos.

A perceção de emoções é um passo para a construção de habilidades sociais, como a empatia e a amizade.

Aproveite as situações do dia a dia para relembrar e colocar em prática o aprendizado socioemocional.

Você pode orientar uma criança a notar os sentimentos de um colega e a sugerir possiveis soluções. Por exemplo "o Miguel está a chorar. Ele parece estar triste porque ninguém quer brincar com ele. Eu penso que ele ficaria feliz se o fosses convidar para brincar contigo".

Resultado de imagem para entre crianças

http://www.psicoedu.com.br/2016/10/atividades-educacao-infantil-emocoes.html

quinta-feira, 27 de julho de 2017

Existe bullying na Educação Infantil?


Existe, mas somente a partir dos 3 ou 4 anos de idade. Especialistas explicam que, antes disso, é comum que os pequenos utilizem comportamentos agressivos simplesmente por estarem em desenvolvimento e não dominarem outras formas de expressão.
Até os dois anos de idade, as crianças estão a descobrir o mundo através dos sentidos e procuram levar tudo à boca.  Morder um colega, portanto, não é uma atitude violenta, e sim um reflexo natural.
Mesmo que realizados intencionalmente – em uma disputa pela atenção do professor ou dos pais, na tentativa de conseguir um brinquedo, motivos de stress comuns nessa faixa etária – outros fatores que definem o bullying não se manifestam. 
Não há um alvo constante nem uma discrepância na relação de poder entre as crianças.
É claro que o adulto presente deve desencorajar a briga e mostrar formas de resolver conflitos através da linguagem; ao mesmo tempo, deve-se tomar cuidado para não supervalorizar a agressão e punir muito rigidamente os envolvidos, pois eles não compreendem que estão a magoar alguém.

É apenas depois dos 3 anos que as crianças desenvolvem a socialização e o senso de “outros” – as pessoas ao seu redor não são mais todas iguais e elas começam a criar laços de amizade, formar grupos e mostrar afinidade com certos colegas. Consequentemente, é na mesma época que surgem os primeiros casos de discriminação, implicâncias e humilhações. A partir de então, elas já têm noção dos sentimentos alheios e podem ferir outras crianças intencionalmente.

Cómo ayudar a tu hijo si sufre bullying


Como identificar o bullying? 

Os apelidos e palavras ofensivas permanentemente são a forma mais comum de bullying (mais da metade dos casos entra nessa categoria). Características físicas são reconhecidas e colocadas como rótulos: gordo, magro, baixinho, quatro-olhos, e assim por diante. Outras particularidades, como o atraso no desenvolvimento – quando uma das crianças não consegue realizar certas tarefas tão bem quanto seus pares -, também desencadeiam bullying. É o que acontece quando a turma repara que apenas um dos colegas não sabe comer sozinho, segurar o xixi ou amarrar os sapatos, e resolve lembrá-lo disso com frequência por meio de piadinhas.
... Bullying: estudo revela que o preconceito é alto entre adultos e

Deve-se estar atento ainda à exclusão. As "panelinhas" estão se formando e certos alunos podem ficar de fora, sem possibilidade de se adaptar ou integrar. Violência física e fofocas são outras formas de bullying, mas menos comuns na Educação Infantil.
Caso as atitudes não sejam apanhadas em flagrante, sinais de que uma criança pode estar sofrendo com o bullying: relutância em ir para a escola, queda de desempenho ou até mesmo regressão na aprendizagem, ansiedade ou medo de ficar junto aos colegas, se manifestar ou deixar a companhia dos adultos, súbita agressividade e queda da autoestima. É bastante usual que ela não admita o acontecido justamente por se achar de alguma forma merecedora das represálias dos colegas (entenda: ela também identifica em si mesma o “problema” que está causando as implicâncias, e vê isso como justificativa).
PEDAGOGIA NA FAM: Saiba identificar e combater o bullying nas escolas

Quais os motivos do bullying?

É essencial que o professor preste atenção e identifique essas atitudes o quanto antes. A seguir, é preciso identificar se o comportamento se qualifica mesmo como bullying ou não passa de uma fase, engatilhada por outros acontecimentos na vida pessoal das crianças. Procure conhecer a dinâmica familiar de cada aluno – as agressões podem ser resultado de:
  • Cobranças e expectativas muito altas dos adultos em sua vida – a criança é exigida demais, colocada em muitas atividades extracurriculares, criticada com frequência e pouco elogiada. Isso pode levá-la a ter baixa autoestima, sentindo sempre ser incapaz de alcançar o que é esperado dela;
  • Falta de limites e mimos em excesso – muitas vezes, pais e mães querem compensar a ausência durante a semana com uma permissividade excessiva ou comprando presentes sempre que a criança manifesta qualquer desejo. Assim, as crianças não aprendem a lidar com limitações, frustrações ou com terem suas ideias contrariadas;
  • Problemas de desenvolvimento cognitivo ou emocional, dificuldades de relacionamento ou experiências traumáticas, como agressão ou abuso .




quinta-feira, 10 de março de 2016

A autoestima de uma criança é essencial para que cresça confiante e feliz,



A autoestima é um conceito individual que se constrói ao longo de uma vida. Em tenra idade os pais e educadores têm um papel fundamental na regulação e promoção da autoestima nas crianças. Para o bem e para o mal, aquilo que vamos dizendo, ou não vamos dizendo, a forma com reforçamos a criança e o que vamos associando ao valor pessoal que expressamos reconhecer na criança, certamente influencia a construção da autoestima dela.  Uma boa autoestima é essencial para o desenvolvimento das crianças. É o alicerce de tudo o que fazem, de tudo o que elas são. Podemos afirmar que é o alicerce do seu futuro.



Ouça, aceite, discipline e estabeleça limites no comportamento da criança para contribuir para a construção de uma boa autoestima. Permita à criança ter decisões independentes para que possa desenvolver uma autoestima positiva. As crianças precisam da aceitação dos adultos, a fim de desenvolverem uma autoestima positiva. Toda a criança procura afeto, aprovação e reconhecimento junto dos seus educadores e pessoas significativas. Quando algum destes elementos lhe é barrado, a criança sofre com isso, coloca-se em causa, pode sentir-se desadequada no meio onde se movimenta afetando-lhe negativamente a autoestima.
A autoestima é construída pelo elogio realista. As crianças sabem quando o elogio não é realista. Ajudar a sua criança a crescer com uma forte  autoestima é uma das coisas mais importantes que você pode fazer como pai ou educador. Você é a principal influência sobre a forma como a criança se sente relativamente a ela e à sua autoestima. As crianças são um espelho dos seus modelos.
É imperativo que a criança se sinta amada, apoiada e aceite para edificar uma autoestima sustentada. As crianças com a autoestima elevada percepcionam-se capazes de enfrentar os seus desafios, propõe-se à realização das tarefas propostas e resistem melhor à frustração.

O QUE É A AUTOESTIMA?
A autoestima é o conjunto de crenças e sentimentos que temos sobre nós mesmos, são as nossas “auto-percepções.” A forma como nos definimos influencia as nossas motivações, atitudes e comportamentos, afetando ainda o nosso equilíbrio emocional. A construção dos padrões de autoestima começa muito cedo na vida. Por exemplo, uma criança que atinge um objetivo pretendido experimenta um sentimento de realização que reforça a autoestima.
Aprender a caminhar depois de dezenas de tentativas frustradas ensina um bebé a ter uma atitude  de “consigo fazer”. O conceito de persistência para alcançar o sucesso começa cedo. As crianças tentam, falham, tentam de novo, falham de novo, e então finalmente obtêm sucesso, desenvolvendo uma ideia positiva acerca das suas próprias capacidades. Ao mesmo tempo, vão criando um autoconceito baseado em interações com as outras pessoas. É por isso que o envolvimento dos pais e cuidadores é fundamental para ajudar as crianças a construírem autopercepções saudáveis.
A autoestima também pode ser definida como um sentimento de capacidade, combinado com sentimentos de ser-se amado. Uma criança que fica feliz com uma conquista, mas não se sente amado pode, eventualmente, experimentar baixa autoestima. Da mesma forma, uma criança que se sente amada, mas está hesitante sobre a sua ou as suas próprias capacidades pode também conduzi-la a uma baixa autoestima. A auto-estima saudável de uma criança desenvolve-se quando o equilíbrio é atingido.

http://www.escolapsicologia.com/como-desenvolver-a-autoestima-nas-criancas/

https://www.youtube.com/watch?v=V3Fnk6fQQ88

sábado, 6 de fevereiro de 2016

As crianças amadas tornam-se adultos que sabem amar


    Nossas primeiras experiências com o mundo marcam o início do nosso desenvolvimento emocional. Na infância se tece uma rede que conectará nossa mente e nosso corpo, o que determinará em grande parte o desenvolvimento da capacidade de sentir e de amar.
    Neste sentido, nosso crescimento emocional dependerá dos nossos primeiros intercâmbios emocionais, que nos ensinarão o que ver e o que não ver no mundo emocional e social no qual nos encontramos.
      

    Assim, o campo da nossa infância nos permite semear o amor de maneira natural, o que determinará que a capacidade de amar e de sermos amados cresça de maneira saudável e nos ajude a nos desenvolvermos no futuro.
    “Somos seres emocionais que aprendem a pensar, não máquinas pensantes que aprendem a sentir”
    Stanisla Bachrach
    Se alimentarmos as crianças com amor, os medos morrerão de fome
    As amostras de carinho e afeto elevam a autoestima das crianças e as ajudam a construir uma personalidade emocionalmente adaptada e inteligente. Ou seja, o nosso amor as ajuda a lidar com os medos naturais que surgem nas diferentes idades, fomentando um grau de sensibilidade saudável.

    As crianças têm uma confiança natural em si mesmas. De fato, nos surpreende que frente a desvantagens insuperáveis e fracassos repetidos elas não desistam. A persistência, o otimismo, a automotivação e o entusiasmo são qualidades inatas das crianças.
    Percebermos isso nos ajuda a sermos conscientes do quão importante é amarmos nossos filhos e educá-los em relação ao respeito, empatia, expressão e compreensão dos sentimentos, controle da impaciência, capacidade de adaptação, amabilidade e independência.


    O que podemos fazer para criar crianças felizes e saudáveis?
    O temperamento de uma criança reflete um sistema de circuitos emocionais inatos específicos no cérebro, um esquema de sua expressão emocional presente e futura, e de seu comportamento. Estes podem ser adequados ou não, por isso a educação deve se tornar um apoio e um guia para elas.

    Para alcançar uma saúde emocional ideal, devemos mudar a forma como se desenvolve o cérebro das crianças. A ideia é que através do amor e da educação emocional estimulemos certas conexões neuronais saudáveis.
    Ou seja, todas as crianças e todos os adultos partem de certas características determinadas que devem ser administradas em conjunto para que possamos alcançar o bem-estar físico e emocional.
    Por exemplo, quando uma criança é tímida por natureza os adultos que se encontram ao seu redor a protegem exageradamente, fazendo com que ela se torne ansiosa com o passar do tempo.

    As chaves básicas de uma educação emocional saudável
    1. Os especialistas costumam recomendar que ajudemos as crianças a falarem de suas emoções como uma maneira de compreender a si mesmas e os demais. Entretanto, as palavras só dão conta de uma pequena parte (10%) do verdadeiro significado que obtemos através da comunicação emocional.
    Por essa razão, não podemos ficar só na verbalização; devemos ensiná-las a compreender o significado da postura, das expressões faciais, do tom de voz e de qualquer tipo de linguagem corporal. Isso será muito mais efetivo e completo para o seu desenvolvimento.
    2. Há anos vem se promovendo o desenvolvimento da autoestima de uma criança através do elogio constante. Entretanto, isso pode fazer mais mal do que bem. Os elogios só ajudarão as nossas crianças a se sentirem bem consigo mesmas se eles estiverem relacionados a ganhos específicos e ao domínio de novas aptidões.
    3. O stresse é um dos grandes inimigos da infância. Entretanto, é um inconveniente com o qual elas têm que conviver, por isso protegê-las em excesso é uma das piores coisas que podemos fazer. devem aprender a enfrentar estas dificuldades naturais de tal forma que desenvolvam novos caminhos neurais que as permitam se adaptar ao meio no qual vivem.
    Não podemos tentar criar nossas crianças em um mundo da Disney de inocência e ingenuidade. O stresse e a inquietação fazem parte do mundo real e da experiência humana, tanto quanto o amor e o cuidado.
    Se tentarmos eliminar esses obstáculos, impediremos que elas tenham a oportunidade de aprender e desenvolver capacidades realmente importantes que as ajudem a enfrentar desafios e decepções que são inevitáveis na vida.
    Revista Pazes - Psicologia e comportamento