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segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

Escola da Ponte - a autonomia dos alunos .


O processo de aprendizagem é um processo coletivo. 
Os alunos planeiam as suas próprias atividades e a organização do seu tempo; a aquisição e criação de conhecimento é parte de um processo de crescente autonomia e de responsabilização. 
Para José Pacheco, a educação “convencional” é ter crianças do século XXI com professores do século XX a trabalhar como no século XIX. Um modelo que não produz conhecimento, que põe os professores doentes e que cria analfabetos funcionais. 
Por contraponto, propõe uma Escola em que todos se reconhecem em objetivos comuns, em que não se obriga cada um, seja professor ou aluno, a ser igual a todos os outros. 
Uma escola que estimula a possibilidade de se existir como pessoa livre, consciente e criativa.








sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Daisy Chain é um veículo para os pais abordarem o assunto do bullying



“Daisy Chain é um veículo para os pais abordarem o assunto do bullying com os seus filhos, independente da suspeita que as suas crianças possam ser as vítimas ou perpetradores”, disse à publicação Oscar Yildiz da organização Australia Foundation."

http://observador.pt/2015/10/16/video-antibullying-infantil-esta-conquistar-mundo/





domingo, 7 de janeiro de 2018

Aprendizagem social-emocional na sala de aula do século XXI



A aprendizagem social-emocional é definida como as habilidades usadas para entender e gerenciar nossas próprias emoções, e reconhecer e mostrar empatia pelas emoções dos outros. Esse conceito surgiu em meados da década de 1990 de pesquisa em torno da inteligência emocional. A pesquisa atual vem investigando como essas habilidades e processos podem ser desenvolvidos na sala de aula para ajudar os alunos a estabelecer relações positivas, estabelecer metas e realizar uma tomada de decisão responsável.  
Em seu guia " Programas de Aprendizagem Emocional Social Eficaz ", o Colaborativo para a Aprendizagem Acadêmica, Social e Emocional (CASEL), citou cinco competências básicas que podem ser desenvolvidas através da instrução em sala de aula e do envolvimento dos alunos para apoiar o SEL. Abaixo, exploramos como estes podem ser abordados nas melhores práticas para a competência global.

1. Autoconsciência

A "autoconsciência" é descrita como a capacidade de um aluno reconhecer com precisão seus próprios pensamentos e emoções e entender como isso pode influenciar seu comportamento.
Um dos principais componentes da aprendizagem global é a oportunidade de ponderar as perspectivas . Para fazer isso, pedimos aos alunos que reconheçam seus próprios preconceitos e visões de mundo e explorem como aqueles podem influenciar suas observações sobre o mundo ao seu redor.
Desenvolver um espaço seguro e um processo para que os alunos explorem suas próprias forças e interesses únicos podem acontecer de várias maneiras na sala de aula. Planos de educação individualizados ou carteiras podem ajudar a abrigar diferentes atividades que os alunos curaram para "conhecer você mesmo". As avaliações são excelentes pontos de partida, mas apenas tornam-se significativas com reflexão e aplicação em todo o conteúdo ao longo do tempo.
Como educadores globais, podemos trazer esse conhecimento personalizado através da extensão iniciando um projeto com uma abordagem baseada em pontos fortes, ou usá-lo como uma forma de os alunos refletirem em uma experiência de aprendizagem em qualquer área de conteúdo.
Recursos : Confira essas lições em torno da identidade e da autoconsciência de atos aleatórios de bondade , ou estes da Educação Mundial , que ajudam a desenvolver os próprios conceitos dos estudantes.

2. Auto Gestão

A "autogestão" reflete a capacidade do aluno de regular com sucesso suas emoções e comportamentos em diferentes situações. 
Como aprendentes globais, convidamos os alunos a investigar o mundo ao seu redor e a explorar situações fora de sua experiência cotidiana. Ao fazê-lo, eles se expõem a questões e desafios além de sua zona de conforto a partir de uma variedade de fontes. Criar tempo para conversar sobre esse processo em si e a vulnerabilidade que podem ter sobre pesquisar problemas que não têm uma resposta "certa" é uma oportunidade de crescimento.
Recursos : Veja esses recursos da Teaching Tolerance , que ajudam os alunos a explorar a variedade da experiência humana, e estes de Mindful Schools para idéias sobre como integrar práticas de autogestão em sua sala de aula. 

3. Consciência social

A "consciência social" defende a capacidade do aluno de ter a perspectiva e simpatizar com os outros, incluindo aqueles de origens e culturas diferentes.
No seu núcleo, esta é a lógica final para o aprendizado global, não é? Embora o conhecimento do conteúdo ainda seja crítico, é essa habilidade que permite que os alunos conheçam algo sobre o mundo ao seu redor. Como educador, fui culpado de passar mais tempo tentando conectar meus alunos com salas de aula em todo o mundo do que com outros estudantes em toda a sala de aula. 
A importância da empatia tem sido associada a tudo, desde o sucesso das empresas até a carreira e tem um enorme impacto na capacidade dos alunos para formar relacionamentos bem-sucedidos ao longo da vida. Isso lhes proporciona a curiosidade necessária para fazer perguntas significativas sobre o mundo e uma plataforma sólida para o pensamento crítico em torno dos desafios da vida real. 
Recursos : Confira essas lições baseadas em projetos em torno de desenvolver a empatia dentro da sua sala de aula de atos aleatórios de bondade , e estes para aplicação global da Asia Society .

4. Habilidades Relacionadas

As "habilidades de relacionamento" abordam a capacidade do aluno de estabelecer e manter relacionamentos saudáveis ​​e gratificantes com diversos grupos e indivíduos. 
A competência global exige que um aluno seja capaz de comunicar idéias para uma variedade de públicos-alvo. Podemos fazer isso em projetos de pequenos grupos e desafios de design ou apresentações de aulas para dar aos alunos a oportunidade de se expressarem. Enquanto falar e ouvir são parte de nossos padrões de linguagem, os alunos também devem navegar novas formas de relacionamentos em seus mundos, como aqueles através das mídias sociais. Além disso, as relações intergeracionais anteriormente inerentes estão se tornando menos comuns, já que as comunidades têm menos oportunidades de se envolver entre gerações. O que estamos fazendo para ajudar os alunos a cultivar habilidades para mantê-los seguros no mundo digital e ficar conectado no real? Ajustes simples na forma como pedimos ou avaliamos como os alunos estão se comunicando podem ajudar a construir habilidades de relacionamento.
Recursos : Confira essas atividades da ACT para a Juventude projetada para ajudar os alunos a construir e gerenciar relacionamentos positivos, e estes de Common Sense Media sobre cidadania digital . 

5. Tomada de decisão responsável

A "tomada de decisão responsável" destaca a capacidade do aluno de fazer escolhas construtivas sobre comportamento pessoal e interações sociais baseadas em padrões éticos, preocupações de segurança e normas sociais.
Estudantes globalmente competentes se sentem capacitados para agir . Para muitos de nós, a evidência de que a aprendizagem ocorreu em nosso 21 st sala de aula -century é que alguma ação ocorreu como resultado da investigação do aluno. A capacidade de agir vem da confiança e da atualização integrada no processo de investigar o mundo, pesando perspectivas e comunicando idéias. Quando os alunos recebem a oportunidade de praticar essas competências globais em sua sala de aula, sua capacidade de tomar decisões responsáveis ​​fora da sala de aula também aumenta.
Recursos : Confira essas lições em torno da tomada de decisões do Discovery Education, outras atividades adicionais de Atos Aleatórios de Bondade que apoiem a aprendizagem social emocional.
Existem muitos motivos convincentes para incorporar o aprendizado social-emocional na prática da sala de aula, e uma recente análise custo-benefício fornece mais uma. Em um relatório de 2015,pesquisadores da Universidade de Columbia divulgaram dados que mostram o retorno do investimento em programas de SEL para ser de 11 a 1 em seis intervenções diferentes que investigaram. Este retorno sobre o investimento poderia ser calculado em termos de menores taxas de abandono escolar, custos reduzidos de saúde mental, resultados salariais mais elevados e menor necessidade de serviços públicos.
Embora os professores tenham compartilhado por muito tempo evidências anedóticas dos benefícios a longo prazo da SEL, os dados recentes apresentam uma ótima oportunidade para tornar prioritária o próximo ano letivo.
Heather Ridge 
http://blogs.edweek.org/edweek/global_learning/2017/07/5_ways_to_support_social-emotional_learning_in_the_21st_century_classroom.html

domingo, 10 de dezembro de 2017

O verdadeiro papel da educação – Edgar Morin

A educação deve ser um despertar para a filosofia, para a literatura, para a música, para as artes. É isso que preenche a vida. Esse é o seu verdadeiro papel.”
O filósofo francês Edgar Morin fala sobre um dos temas que o tornou uma influência mundial, a educação. Morin fala sobre a necessidade de estimular o questionamento das crianças, sobre reforma no ensino e sobre a importância da reflexão filosófica não tanto para que respostas sejam encontradas, mas para fomentar a investigação e a pluralidade de possíveis caminhos. Leia abaixo:
O senhor costuma comparar o nosso planeta a uma nave espacial, em que a economia, a ciência, a tecnologia e a política seriam os motores, que atualmente estão danificados. Qual o papel da educação nessa espaçonave?
Ela teria a função de trazer a compreensão e fazer as ligações necessárias para esse sistema funcionar bem. Uso o verbo no condicional porque acho que ela ainda não desempenha esse papel. O problema é que nessa nave os relacionamentos são muito ruins. Desde o convívio entre pais e filhos, cheio de brigas, até as relações internacionais — basta ver o número de guerras que temos. Por isso é preciso lutar para a melhoria dessas relações.




O que é preciso mudar no ensino para que o nosso planeta, ou a nave, entre em órbita?
Um dos principais objetivos da educação é ensinar valores. E esses são incorporados pela criança desde muito cedo. É preciso mostrar a ela como compreender a si mesma para que possa compreender os outros e a humanidade em geral. Os jovens têm de conhecer as particularidades do ser humano e o papel dele na era planetária que vivemos. Por isso a educação ainda não está fazendo sua parte. O sistema educacional não incorpora essas discussões e, pior, fragmenta a realidade, simplifica o complexo, separa o que é inseparável, ignora a multiplicidade e a diversidade.
O senhor então é contra a divisão do saber em várias disciplinas?
As disciplinas como estão estruturadas só servem para isolar os objetos do seu meio e isolar partes de um todo. Eliminam a desordem e as contradições existentes, para dar uma falsa sensação de arrumação. A educação deveria romper com isso mostrando as correlações entre os saberes, a complexidade da vida e dos problemas que hoje existem. Caso contrário, será sempre ineficiente e insuficiente para os cidadãos do futuro.
Na prática, de que forma a compreensão e a condição humana podem estar presentes em um currículo?
Ora, as dúvidas que uma criança tem são praticamente as mesmas dos adultos e dos filósofos. Quem somos, de onde viemos e para que estamos aqui? Tentar responder a essas questões, com certeza, vai instigar a curiosidade dos pequenos e permitir que eles comecem a se localizar no seu espaço, na comunidade, no mundo e a perceber a correlação dos saberes.
Mas uma pergunta como “quem somos?” não é fácil de responder.
E não precisa ser respondida. É a investigação e a pluralidade de possíveis caminhos que tornam o assunto interessante. Podemos ir pelo social, somos indivíduos, pertencentes a determinadas famílias, que estão em certa sociedade, dentro de um mundo que tem passado, história. Todos temos um jeito de ser, um perfil psicológico que também dá outras informações sobre essa questão. Mas também somos seres feitos de células vivas, entramos na biologia—, que são formadas por moléculas,— temos então a química. Todas essas moléculas são constituídas por átomos que vieram de explosões estelares ocorridas há milhões de anos… E assim por diante. Sempre instigando a curiosidade e não a matando, como frequentemente faz a escola.

Como temas tão profundos podem ser tratados sem que a aula fique chata?
É só não deixar enjoativo o que é por natureza passional. Um jornal francês de literatura fez uma pesquisa entre os alunos e descobriu que até os 14 anos os jovens gostam de ler e lêem muito. Quando vão para o liceu, lêem menos. É verdade que eles começam a sair mais de casa e ter outros interesses, mas um dos principais motivos é que os professores tornam a literatura chata, decupando-a em partes pequenas e analisando minuciosamente o seu vocabulário, em vez de dar mais valor ao sentido do texto, à sua ação. Nada mais passional do que um romance, nada tão maravilhoso quanto a poesia! Nada retrata melhor a problemática humana do que as grandes obras literárias. Os saberes não devem assassinar a curiosidade. A educação deve ser um despertar para a filosofia, para a literatura, para a música, para as artes. É isso que preenche a vida. Esse é o seu verdadeiro papel.


A literatura e as artes deveriam ter mais destaque no ensino?
Sem dúvida. Elas poderiam se constituir em eixos transdisciplinares. Pegue-se Guerra e Paz, de Tolstói, por exemplo. O professor de Literatura pode pedir a seu colega de História para ajudá-lo a situar a obra na história da Rússia. Pode solicitar a um psicólogo, da escola ou não, que converse com a classe sobre as características psicológicas dos personagens e as relações entre eles; a um sociólogo que ajude na compreensão da organização social da época. Toda grande obra de literatura tem a sua dimensão histórica, psicológica, social, filosófica e cada um desses aspectos traz esclarecimentos e informações importantes para o estudante. Todo país tem suas grandes obras e certamente também os clássicos universais servem para esse fim.
O professor deve buscar sempre o trabalho interdisciplinar?
Ele deve ter consciência da importância de sua disciplina, mas precisa perceber também que, com a iluminação de outros olhares, vai ficar muito mais interessante. O professor pode procurar ter essa cultura menos especializada, enquanto não existir uma mudança na formação e na organização dos saberes. O professor de Literatura precisa conhecer um pouco de história e de psicologia, assim como o de Matemática e o de Física necessitam de uma formação literária. Hoje existe um abismo entre as humanidades e as ciências, o que é grave para as duas. Somente uma comunicação entre elas vai propiciar o nascimento de uma nova cultura, e essa, sim, deverá perpassar a formação de todos os profissionais.

Como o professor vai aprender a trabalhar de forma conjunta?
Ele vai se autoformar quando começar a escutar os alunos, que são os porta-vozes de nossa época. Se há desinteresse da classe, ele precisa saber o porquê. É dessa postura de diálogo que as novas necessidades de ensino vão surgir. Ao professor cabe atendê-las.
Como acontece uma grande reforma educacional?
Nenhuma mudança é feita de uma só vez. Não adianta um ministro querer revolucionar a escola se os espíritos não estiverem preparados. A reforma vai começar por uma minoria que sente necessidade de mudar. É preciso começar por experiências pilotos, em uma sala de aula, uma escola ou uma universidade em que novas técnicas e metodologias sejam utilizadas e onde os saberes necessários para uma educação do futuro componham o currículo. Teríamos, desde o começo da escolarização, temas como a compreensão humana; a época planetária, em que se buscaria entender o nosso tempo, nossos dilemas e nossos desafios; o estudo da condição humana em seus aspectos biológicos, físicos, culturais, sociais e psíquicos. Dessa forma começaríamos a progredir e finalmente a mudar.
Como tratar temas tão profundos como o estudo da condição humana nos diversos níveis de ensino?
Os professores polivalentes da escola primária são os ideais para tratar desses assuntos. Por não serem especialistas, têm uma visão mais ampla dos saberes. Eles podem partir da problemática do estudante e fazer um programa de ensino cheio de questões que partissem do ser humano. O polivalente pode mostrar aos pequenos como se produz a cultura da televisão e do videogame na qual eles estão imersos desde muito cedo. Já a escola que trabalha com os jovens deve dedicar-se à aprendizagem do diálogo entre as culturas humanísticas e científicas. É o momento ideal para o aluno conhecer a história de sua nação, situar-se no futuro de seu continente e da humanidade. Às universidades caberia a reforma do pensamento, para permitir o uso integral da inteligência.
Fonte: revista Nova Escola | Fronteiras do Pensamento

sábado, 11 de novembro de 2017

Alunos do ensino fundamental criam projeto para ajudar animais abandonados e soltos nas ruas

Alunos do ensino fundamental criam projeto para ajudar animais abandonados e soltos nas ruas Ceni Aparecida / Arquivo Pessoal/Arquivo Pessoal
"Eles têm apenas oito anos, mas já sabem da importância dos cuidados com os animais. Foi esse espírito solidário que fez os alunos do terceiro ano do ensino fundamental da Escola Municipal Maria Emília de Paula, em Sapiranga, desenvolverem um projeto para ajudar cães abandonados e soltos nas ruas. "
"Responsável pelo projeto, a professora Ceni Aparecida Alves da Silva conta que a ideia surgiu em uma conversa em sala de aula para decidir o tema do projeto de pesquisa que seria realizado na turma. Na oportunidade, duas alunas levantaram a sugestão de falar sobre animais. Um citou animais abandonados, a outra, animais soltos nas ruas. Para dar conta dos dois assuntos, criaram uma sigla bem sugestiva: Patass (Projeto animais que transitam soltos em Sapiranga).
– É muito positivo ver eles trazendo assuntos como esses para a sala de aula. Eles são muito maduros. Tenho certeza que irão se tornar cidadãos do bem – se orgulha Ceni.
Antes de tirar a ideia do papel, os alunos fizeram uma pesquisa com os colegas da escola e descobriram que o número de animais de estimação supera em três vezes o número de alunos. Perceberam então, que poderiam expandir a proposta para fora da sala de aula.
— O nosso objetivo principal era apenas conscientizar sobre os cuidados para que eles soubesse como tratar os animais que têm em casa. Mas eles foram além disso e envolveram todos os professores, os pais e a comunidade local. Estou muito feliz porque o sonho de todo professor é ver a comunidade envolvida com a escola – alegra-se Ceni.
Como primeiro passo do projeto fora da escola, a turma formada por 22 alunos promoveu a campanha intitulada "Cuide bem do seu amigo". Com a confecção de panfletos saíram às ruas para incentivar a adoção de animais abandonados e conscientizar sobre a importância de não deixar os animais de estimação soltos nas ruas. "
http://diariogaucho.clicrbs.com.br/rs/dia-a-dia/noticia/2016/06/alunos-do-ensino-fundamental-criam-projeto-para-ajudar-animais-abandonados-e-soltos-nas-ruas-6029078.html

domingo, 29 de outubro de 2017

Outubro, mês do Halloween ou da Prevenção ao Bullying?



Outubro mês da prevenção ao Bullying, nasceu nos Estados Unidos em 2006, pela PACER’s e teve como propósito recordar que é necessária uma ação efetiva para prevenir o bullying.
Com a mobilização de todos é que faremos a diferença “THE END OF BULLYING BEGINS WITH YOU”
Promover boas relações entre os jovens, e fomentar um ambiente mais saudável nas escolas é nossa preocupação, por isso o PORTALBULLYING.COM.PT – centro de ajuda online, fundado em janeiro de 2010, junta-se a esta iniciativa.
Se em Outubro da América importamos o Hallowen, porque não importar o mês da Prevenção ao Bullying e a partir daqui encetar todo um leque de atividades preventivas e de promoção das boas relações escolares?
Nos últimos anos fomos inundados com o dia das bruxas e em cada bairro ou viela vemos grupos de jovens a tocar às campainhas para gritar “Trick or Treat”, ou no nosso português, Doçura ou Travessura, porque não celebrar também o mês da Prevenção ao Bullying?

Se a este nos dedicarmos com a mesma intensidade que ao Halloween, tanto melhor.
Até é comum vermos grupos de pais de crianças pequenas a acompanhar os filhos nestas incursões, pois não querem que a falta de autonomia os impeça de desfrutar desta experiência de busca de doces e de pregão americano, então porque não gozar da mesma disponibilidade para promover diálogos em torno das relações escolares?
Agarrar este mês e transformá-lo numa oportunidade para desenvolver o espírito colaborativo e de entreajuda é de uma riqueza inestimável, portanto temos mas é mesmo que o agarrar e criar todas as condições para a sua operacionalização.
Para um adequada orientação e promoção, o portal irá disponibilizar cartazes, flyer´s, histórias motivacionais, sugeriremos livros para leituras orientadas, e iremos promover um concurso que terá como objetivo principal estimular a criatividade dos jovens e torná-los mais conscientes e voluntários.

Siga-nos e fique a par de todas as informações que vamos disponibilizando ao longo deste mês.

quinta-feira, 27 de julho de 2017

Existe bullying na Educação Infantil?


Existe, mas somente a partir dos 3 ou 4 anos de idade. Especialistas explicam que, antes disso, é comum que os pequenos utilizem comportamentos agressivos simplesmente por estarem em desenvolvimento e não dominarem outras formas de expressão.
Até os dois anos de idade, as crianças estão a descobrir o mundo através dos sentidos e procuram levar tudo à boca.  Morder um colega, portanto, não é uma atitude violenta, e sim um reflexo natural.
Mesmo que realizados intencionalmente – em uma disputa pela atenção do professor ou dos pais, na tentativa de conseguir um brinquedo, motivos de stress comuns nessa faixa etária – outros fatores que definem o bullying não se manifestam. 
Não há um alvo constante nem uma discrepância na relação de poder entre as crianças.
É claro que o adulto presente deve desencorajar a briga e mostrar formas de resolver conflitos através da linguagem; ao mesmo tempo, deve-se tomar cuidado para não supervalorizar a agressão e punir muito rigidamente os envolvidos, pois eles não compreendem que estão a magoar alguém.

É apenas depois dos 3 anos que as crianças desenvolvem a socialização e o senso de “outros” – as pessoas ao seu redor não são mais todas iguais e elas começam a criar laços de amizade, formar grupos e mostrar afinidade com certos colegas. Consequentemente, é na mesma época que surgem os primeiros casos de discriminação, implicâncias e humilhações. A partir de então, elas já têm noção dos sentimentos alheios e podem ferir outras crianças intencionalmente.

Cómo ayudar a tu hijo si sufre bullying


Como identificar o bullying? 

Os apelidos e palavras ofensivas permanentemente são a forma mais comum de bullying (mais da metade dos casos entra nessa categoria). Características físicas são reconhecidas e colocadas como rótulos: gordo, magro, baixinho, quatro-olhos, e assim por diante. Outras particularidades, como o atraso no desenvolvimento – quando uma das crianças não consegue realizar certas tarefas tão bem quanto seus pares -, também desencadeiam bullying. É o que acontece quando a turma repara que apenas um dos colegas não sabe comer sozinho, segurar o xixi ou amarrar os sapatos, e resolve lembrá-lo disso com frequência por meio de piadinhas.
... Bullying: estudo revela que o preconceito é alto entre adultos e

Deve-se estar atento ainda à exclusão. As "panelinhas" estão se formando e certos alunos podem ficar de fora, sem possibilidade de se adaptar ou integrar. Violência física e fofocas são outras formas de bullying, mas menos comuns na Educação Infantil.
Caso as atitudes não sejam apanhadas em flagrante, sinais de que uma criança pode estar sofrendo com o bullying: relutância em ir para a escola, queda de desempenho ou até mesmo regressão na aprendizagem, ansiedade ou medo de ficar junto aos colegas, se manifestar ou deixar a companhia dos adultos, súbita agressividade e queda da autoestima. É bastante usual que ela não admita o acontecido justamente por se achar de alguma forma merecedora das represálias dos colegas (entenda: ela também identifica em si mesma o “problema” que está causando as implicâncias, e vê isso como justificativa).
PEDAGOGIA NA FAM: Saiba identificar e combater o bullying nas escolas

Quais os motivos do bullying?

É essencial que o professor preste atenção e identifique essas atitudes o quanto antes. A seguir, é preciso identificar se o comportamento se qualifica mesmo como bullying ou não passa de uma fase, engatilhada por outros acontecimentos na vida pessoal das crianças. Procure conhecer a dinâmica familiar de cada aluno – as agressões podem ser resultado de:
  • Cobranças e expectativas muito altas dos adultos em sua vida – a criança é exigida demais, colocada em muitas atividades extracurriculares, criticada com frequência e pouco elogiada. Isso pode levá-la a ter baixa autoestima, sentindo sempre ser incapaz de alcançar o que é esperado dela;
  • Falta de limites e mimos em excesso – muitas vezes, pais e mães querem compensar a ausência durante a semana com uma permissividade excessiva ou comprando presentes sempre que a criança manifesta qualquer desejo. Assim, as crianças não aprendem a lidar com limitações, frustrações ou com terem suas ideias contrariadas;
  • Problemas de desenvolvimento cognitivo ou emocional, dificuldades de relacionamento ou experiências traumáticas, como agressão ou abuso .




sábado, 22 de julho de 2017

O Bullying e a escola


O Bullying é o resultado de muitas falhas na Educação/ contexto escolar. Quando falamos de crianças ou jovens mais "timidos/recatados" (isso faz parte também da educação/ diversidade) , não nos podemos esquecer que sendo ofendidos e abordados de forma repetida e mal educada não tem a "deseducação" para tratarem a "escumalha" da mesma maneira. Acontece simplesmente que se calam porque não tem intenção de ofender os outros nem de magoar, é natural que num ambiente tóxico, no meio escolar, as crianças e jovens assumam uma atitude mais triste e a "precisarem de ajuda".






E a escola? não são as crianças e jovens que tem que dirigir uma escola, são os profissionais da educação. 





É urgente pensar a educação e a direcção de muitas escolas.

terça-feira, 14 de março de 2017

Como proteger crianças e Jovens dos riscos Online?

Resultado de imagem para Como proteger crianças e Jovens dos riscos Online?
A segurança de crianças e adolescentes na Internet é hoje alvo da atenção de famílias, escolas e comunidades. Isto para não falar de governos (locais e centrais), empresas do sector das tecnologias de informação, órgãos de comunicação social, etc.
Perigos reais para crianças e jovens na utilização da Internet. De acordo com o relatório final de um programa piloto financiado pela Comissão Europeia em 1999, no âmbito do seu Plano de Acção Para a Utilização Segura da Internet, as preocupações com os perigos associados à utilização da Internet por crianças e jovens, são bem reais e podem ser agrupados em três categorias:
  • Conteúdos impróprios, legais ou ilegais, tais como a pornografia, pornografia infantil, violência, ódio, racismo e outros ideais extremistas, estão facilmente disponíveis a crianças e jovens através de uma grande variedade de dispositivos. Para além de poderem ser inadequados e prejudiciais a um desenvolvimento harmonioso, podem mesmo ofender os padrões e valores segundo os quais pretende educar os seus filhos ou educandos.
  • Contactos potenciais por parte de pessoas mal intencionadas, que usam o email, salas dechatinstant messaging, fóruns, grupos de discussão, jogos online e telemóveis para ganharem acesso fácil a crianças e jovens e que poderão desejar fazer-lhes mal e enganá-las, representam uma verdadeira ameaça.
  • Comércio - práticas comerciais e publicitárias não-éticas que, não distinguindo a informação da publicidade, podem enganar crianças e jovens, promover a recolha de informações que violam a sua privacidade e promover a venda directa a crianças, atraindo-as a fazerem compras não autorizadas.
Seis anos passados, os três C's (Conteúdos, Contactos e Comércio) apontados como as maiores ameaças à segurança online de crianças e jovens, precisam de ser actualizados para incluir:
  • Comportamentos irresponsáveis ou compulsivos que, aliados ao uso excessivo da tecnologia, podem resultar na redução da sociabilidade e do aproveitamento escolar, podendo mesmo conduzir à dependência. De facto, a American Psychological Associationtem vindo a alertar para o facto de que é possível que crianças, jovens e adultos podem tornar-se psicologicamente dependentes da Internet (IAD - Internet Addiction Disorder) e que esta perturbação se pode dar com outras tecnologias como é o caso dos jogos vídeo (online e offline).


  • Copyright - a violação dos direitos de autor, resultante da cópia, partilha, adulteração ou pirataria de conteúdos protegidos pela lei, tais como programas de computador, textos, imagens, ficheiros de áudio e/ou vídeo, para fins particulares, comerciais ou de plágio em trabalhos escolares ou outros, pode resultar em graves problemas de natureza jurídica e até financeira.
Para mais informação sobre estes riscos e como os prevenir, subscreva a newsletter gratuita MiudosSegurosNa.Net.
Os Programas de Bloqueio e Filtragem Não Resolvem?
Qualquer software de filtragem, bloqueio e monitorização pode ser facilmente ultrapassado.O acesso é filtrado em casa? Então acede-se a partir de outros locais onde tal não acontece! E até existem sites que ensinam as crianças a incapacitar este tipo de programas. Por outro lado, para além de por vezes bloquearem conteúdos inócuos e de por vezes também não bloquearem o que era suposto bloquearem, estas tecnologias podem ser particularmente intrusivas da privacidade. E isso pode ser um problema no caso dos adolescentes. Assim, em vez de resolverem um problema fornecendo uma solução, podem tornar-se parte do problema.
Assim, se pensa que controla a inocência e a experiência Internet das crianças e jovens da sua família, escola ou comunidade, pense duas vezes. Nos dias de hoje já não é necessário um computador, um modem e uma linha telefónica para se estar online. Hoje, as tecnologias onlineestão facilmente acessíveis ás crianças e aos jovens sob diversas formas, dando-lhes acesso a qualquer hora e em qualquer local. Dispositivos como consolas de jogos, Personal Digital Assistants (PDA's), Pocket PC's, telemóveis, TV por cabo e interactiva, câmaras digitais, leitores e gravadores de CD's, mini discs, DVD's e MP3 fornecem às crianças e aos jovens uma grande variedade e diversidade de escolhas para terem acesso online, permitindo-lhes obter, armazenar e distribuir conteúdos. Em casa, na escola, em bibliotecas públicas, clubes, cibercafés, centros comerciais, espaços municipais de acesso gratuito à Internet, etc.
Hoje, a tecnologia coloca o mundo na palma da mão, quarto de dormir e salas de aula de crianças e jovens. Todas estas tecnologias dotam crianças e jovens com fontes de informação, ideias, ligações e recursos fantásticos e sem precedentes. Se tal pode significar facilidade de acesso a um manancial de recursos que são cruciais à sua educação e desenvolvimento, como vimos também pode significar toda uma série de novos riscos, perigos e ameaças que poderão não ser do conhecimento de famílias, escolas e comunidades ou com os quais estas podem não saber como lidar. Assim, se usadas de forma irresponsável e não segura, as novas tecnologias de informação e comunicação podem gerar mais problemas do que benefícios.
Então, como manter as crianças e os jovens seguros online? Como nos podemos certificar que estão a usar a Internet e outras tecnologias online em benefício da sua educação, formação e desenvolvimento, sem se exporem desnecessariamente a riscos e ameaças de segurança?
Para saber como proceder, subscreva a newsletter gratuita MiudosSegurosNa.Net.
Existe Solução Para Este Dilema?
As boas notícias é que existe uma solução para este dilema. Hoje, famílias, escolas e comunidades podem usar as mesmas tecnologias usadas por crianças e jovens, para o seu benefício e do deles. Para descobrir, educar e desenvolver o melhor "software" que as crianças e os adolescentes têm para se protegerem de tais perigos, riscos e ameaças: a sensibilização para a sua segurança online. As suas cabecinhas!
O Projecto MiudosSegurosNa.Net fornece-lhe informação e dá-lhe a conhecer metodologias, estratégias e ferramentas que contribuirão decisivamente para garantir que, através de uma utilização segura e responsável, as crianças e os jovens minimizam os riscos a que estão expostos para tirar o máximo partido da Internet e doutras tecnologias online.
Promovendo o desenvolvimento da sensibilização para a segurança online das suas crianças e jovens, o Projecto MiudosSegurosNa.Net ajuda famílias, escolas e comunidades a garantir que as crianças evitam os perigos, riscos e ameaças à sua segurança na Internet.
Para começar, hoje, a resolver este dilema, subscreva a newsletter gratuita MiudosSegurosNa.Net.
Alguém Que Possa Conhecer, Estimar e Confiar?
Um Passado Associado à Internet e à Segurança. Ligado à Internet desde 1995, fui responsável pelo lançamento dos serviços de banda larga (ADSL) e serviços de gestão de segurança da subsidiária portuguesa de um operador multinacional de serviços Internet para empresas. Para além de fundador e mentor do Projecto MiudosSegurosNa.Net, sou autor da primeira - e até agora única - coluna semanal da imprensa portuguesa sobre segurança infantil na Internet, colaboro assiduamente com a comunicação social com artigos, comentários e entrevistas sobre esta temática e participo regularmente como orador em seminários, palestras, conferências eworkshops sobre este tema. Por fim, e não menos importante, com três rapazes em casa, hoje com 11, 17 e 28 anos de idade, conheço bem os desafios que, como pais e educadores, temos pela frente.
Está Interessado Neste Tipo de Resultados?
"Se os pais não estão informados sobre os riscos a que os seus filhos podem estar expostosonline, se têm Internet em casa e não sabem como os proteger, eu recomendo sempre um sítio que se chama MiudosSegurosNa.Net, da autoria de um convidado que já cá esteve, o Tito de Morais, e que explica aos pais como é que se podem ter estes cuidados. O serviço publico que presta merece ser amplamente divulgado!"
Fernanda Freitas
Editora-Executiva e Apresentadora
Programa Sociedade Civil, RTP2
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Eis o Que Precisa de Fazer: Siga Este Processo em 5 Passos
Como pode começar, já hoje, a proteger as crianças e os jovens à sua guarda? Para começarem já hoje, a promover a segurança online de crianças e jovens, permitindo-lhes tirar o máximo partido da Internet e de outras tecnologias que potenciam o seu desenvolvimento e educação, as famílias, as escolas e as comunidades têm de seguir um processo em cinco passos que já demonstrou que funciona:
  • Assuma o seu papel e responsabilidades específicas, envolvendo-se no assunto e tomando o controlo activo sobre a situação. O simples facto de estar a visitar este site é um sinal de que já o está a fazer.
  • Aprofunde o seu conhecimento sobre os riscos associados à utilização da Internet e de outras tecnologias por crianças e jovens. Este site está cheio de informação e é actualizado regularmente com informação detalhada sobre a segurança de crianças e jovens na Internet. Navegue pela diversas páginas à sua disposição. Defina-o como a sua página de entrada na Internet. Acrescente-o aos seus favoritos e visite-o regularmente para aprofundar os seus conhecimentos sobre a segurança de crianças e jovens online.
  • Dialogue com os seus filhos e educandos, educando-os sobre os benefícios e sobre os riscos a que podem estar expostos online. Descubra, eduque e desenvolva a sensibilização para a segurança online das crianças e dos jovens à sua guarda. O Projecto MiudosSegurosNa.Net dá-lhe inúmeras dicas sobre como, quando e onde iniciar esse diálogo e sobre como o manter vivo e actual.
  • Envolva a sua comunidade. A segurança online de crianças e jovens começa em casa, mas também implica a participação do meio envolvente. Afinal, são inúmeros os locais a partir dos quais crianças e jovens podem aceder à Internet. Recomende este site a familiares, amigos, vizinhos, colegas de trabalho, etc.
  • Faça disto um esforço contínuo. A segurança é um processo dinâmico. Para se estar seguro, tem de se estar sempre preparado para as eventualidades. Para se manter a par dos desenvolvimentos mais recentes, subscreva a newsletter gratuita MiudosSegurosNa.Net.
O Projecto MiudosSegurosNa.Net ajuda Famílias, Escolas e Comunidades a promover a utilização responsável e segura das novas tecnologias de informação e comunicação por crianças e jovens. O projecto MiudosSegurosNa.Net presta-lhe ajuda em cada uma das etapas acima referidas.
Como Pode Começar a Proteger as Suas Crianças Online, Já Hoje?
Subscreva a newsletter gratuita MiudosSegurosNa.Net. Ajude os seus filhos e educandos a minimizar os riscos de exposição aos perigos, riscos e ameaças de segurança online, para que eles possam tirar o maximizar os benefícios que as novas tecnologias de informação e comunicação têm para lhes oferecer.
Contribua activamente para a promoção da segurança online das crianças e jovens à sua guarda.

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