Mostrar mensagens com a etiqueta universidade. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta universidade. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Violência no namoro



Prevenção, prevenção, prevenção. As escolas são espaços de excelência para fazer essa prevenção, é lá que estão, ou devem estar, todos os que estão em idade escolar. Mais um tema e um espaço para os  técnicos de educação e pedagogia social e os assistentes sociais ajudarem os professores na prevenção de qualquer tipo de violência e desde as idades mais baixas, ao contrário do que se possa pensar. Há muito trabalho para fazer. 

http://www.tvi24.iol.pt/videos/sociedade/violencia-no-namoro-esta-a-aumentar/56afb8de0cf2f5af08e6ceb4


Violência no namoro

O que é?

É um ato de violência pontual ou continua , cometida por um dos parceiros (ou por ambos) numa relação de namoro, com o objetivo de controlar, dominar e ter mais poder do que a outra pessoa envolvida na relação.

Existem diferentes formas de violência no namoro:

VIOLÊNCIA FÍSICA: 
Por exemplo, quando o/a teu/tua namorado/a:
  • te empurra;
  • te agarra ou prende;
  • te atira objetos;
  • te dá bofetadas, pontapés e/ou murros;
  • ameaça usar a força física ou a agressão.
            
                                     
   
VIOLÊNCIA PSICOLÓGICA:
Por exemplo, quando o/a teu/tua namorado/a:
  • parte ou estraga os teus objetos ou roupa;
  • controla a tua maneira de vestir;
  • controla o que fazes nos tempos livres e ao longo do dia;
  • te liga constantemente ou envia mensagens;
  • ameaça terminar a relação como estratégia de manipulação.



VIOLÊNCIA SOCIAL:
Por exemplo, quando o/a teu/tua namorado/a:
  • te humilha, envergonha ou tenta denegrir a tua imagem em público, especialmente junto dos teus familiares e amigos;
  • mexe, sem o teu consentimento, no teu telemóvel, nas tuas contas de correio eletrónico ou na tua conta do Facebook;
  • te proíbe de conviver com os teus amigos e/ou com a tua família.

http://www.apavparajovens.pt/pt/go/o-que-e1




domingo, 3 de janeiro de 2016

Relatório para a UNESCO da Comissão Internacional sobre Educação para o século XXI

     "Para poder dar resposta ao conjunto das suas missões, a educação deve organizar-se em torno de quatro aprendizagens fundamentais que, ao longo de toda a vida, serão de algum modo para cada indivíduo, os pilares do conhecimento: aprender a conhecer, isto é adquirir os instrumentos da compreensão; aprender a fazer, para poder agir sobre o meio envolvente; aprender a viver juntos, a fim de participar e cooperar com os outros em todas as atividades humanas; finalmente aprender a ser, via essencial que integra as três precedentes. É claro que estas quatro vias do saber constituem apenas uma, dado que existem entre elas múltiplos pontos de contato, de relacionamento e de permuta."

Ø  Aprender a conhecer: supõe aprender a aprender. Significa o interesse, a curiosidade, a abertura para o conhecimento. Significa também ser capaz de estabelecer pontes entre os diferentes saberes, entre estes saberes e seus significados para nossa vida cotidiana. Nesse sentido, o espírito científico como uma aquisição fundamental da aventura humana, é indispensável.   
Ø  Aprender a fazer: é o aprendizado da criatividade. 'Fazer' também significa fazer o novo, criar... Para aprender a fazer, é necessário combinar a qualificação técnica de realizar uma tarefa com o comportamento social, a aptidão para o trabalho em equipe e a capacidade de iniciativa. Aprender a fazer revela a coragem de correr riscos, de errar mesmo na busca de acertar.   
Ø  Aprender a conviver: implica em aprender a viver com os outros, em descobrir progressivamente o outro, em reconhecer-se a si mesmo na face do Outro. Implica também na aprendizagem da tolerância, da cooperação, da não-violência, do respeito a todos e às normas que regem as relações entre os seres que compõem uma coletividade. Trata-se de um aprendizado permanente, que deve começar na infância e continuar ao longo da vida.   
Ø  Aprender a ser: supõe o desenvolvimento total da pessoa, que deve ser preparada para elaborar pensamentos autônomos e críticos e para formular os seus próprios juízos de valor, de modo a poder decidir, por si mesma, como agir nas diferentes circunstâncias da vida. Aprender a ser integra as diversas dimensões da vida, explicita o papel do cidadão e o objetivo de viver.


http://ftp.infoeuropa.eurocid.pt/database/000046001-000047000/000046258.pdf

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015