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domingo, 26 de agosto de 2018

Corrupção

Cidadania não é só direito, pelo contrário, é muito mais dever cívico com a sociedade!


A corrupção afeta cada um de nós e tem várias consequencias: 

  • Há menos prosperidade
  • Trava o crescimento económico,
  • Enfraquece o estado,
  • Existe menos respeit pelos direitos,
  • Coloca a democracia em perigo,
  • Enfraquece as instituições publicas sobre as quais são fundadas sociedade justas e igualitárias de Direito
  • Desperdiça talentos e recursos preciosos.




O que é a corrupção? a união de três poderes: 
  • O poder do crime
  • O poder económico,
  • e o Poder politico.
Sendo três "irmãos fraternos" intimamente interessados, auxliando-se reciprocamente para que possam sobreviver e atingir os fins ilicitos, criminosos.


Tal união é um exemplo bem vivo de criminalidade organizada que é a característica maior da delinquência contemporânea pois em nossos dias é muito raro alguém cometer um delito sozinho

Associações criminosas multinacionais, como as máfias, alimentam-se muito da corrupção politica e económica como tem sido demonstrado recentemente em factos ocorridos em vários países.



E, chegando finalmente à posição que realmente nos interessa, Portugal junta-se à Eslovénia, à Espanha e à Itália como o grupo de países nos quais o suborno “parece raro”, mas a corrupção é percepcionada de uma forma significativamente alargada. Se a experiência pessoal de suborno é aparentemente rara (entre 1% a 3%), a percepção da corrupção está tão fortemente influenciada pelos recentes escândalos políticos e pelas crises recentes económica e financeira que acaba por se reflectir numa impressão extremamente negativa dos inquiridos sobre a situação geral da mesma: Em Portugal, 90% dos respondentes encaram a corrupção como um fenómeno absolutamente comum (contra uma média europeia de 76%) – e com apenas 15% dos inquiridos nacionais a afirmar que os esforços públicos para o seu combate são suficientes


"A impunidade gera a audácia dos maus"
As instituições principais que pretendem prevenir e lidar com a corrupção em Portugal estão a enfrentar a mesma pressão de recursos que afecta a sua administração pública no contexto da reforma do Estado. Assim começa o capítulo dedicado à situação portuguesa neste relatório europeu.

Assim, as recomendações para o futuro próximo nacional em matéria de corrupção são as seguintes:
  • Estabelecer um histórico bem-sucedido de processos de alegada corrupção, assegurando que a aplicação e a execução da lei sejam eficazes, que as autoridades judiciárias estejam devidamente equipadas para lidar com os mesmos e que exista um reforço da cooperação entre os mecanismos de controlo e os organismos responsáveis pela aplicação da lei.
  • Reforçar continuamente a acção preventiva no que respeita ao funcionamento dos partidos, tendo em linha de conta as recomendações do GRECO (The Council of Europe’s Group of States against Corruption). Desenvolver códigos de conduta para representantes eleitos aos níveis central e local, com medidas de responsabilização e aplicação de sanções para abordar possíveis violações destes mesmos códigos. Considerar o estabelecimento de códigos éticos no interior dos partidos ou pactos de ética entre os diferentes partidos.
  • Colocar em vigor requisitos mínimos no que respeita a conflitos de interesses, a práticas danosas, a incompatibilidades em conjunto com a obrigatoriedade na divulgação das declarações de rendimentos para representantes eleitos, assegurando mecanismos de monitorização efectivos e sanções dissuasoras no que a este tema específico dizem respeito.
  • Reforçar substancialmente a transparência e a verificação ex ante e ex post dos procedimentos dos contratos públicos, em conjunto com a monitorização na sua fase de execução, incluindo contratos concluídos por empresas detidas pelo Estado e pelas parcerias público privadas (PPPs). Aumentar a prevenção, a detecção e a sensibilização para os conflitos de interesses existentes no interior destes contratos públicos. Assegurar a aplicação uniforme de regras de divulgação dos rendimentos para os funcionários responsáveis pela adjudicação desses contratos.

  • Avaliar uma amostra representativa de decisões de planeamento urbano em projectos concluídos recentemente ao nível local de forma a identificar os factores de risco e melhorar continuamente a eficácia das medidas preventivas, incluindo a transparência na tomada de decisões. Reforçar, igualmente, os mecanismos de controlo neste sector.

http://www.ver.pt/a-pandemia-da-corrupcao-2/

domingo, 29 de outubro de 2017

Outubro, mês do Halloween ou da Prevenção ao Bullying?



Outubro mês da prevenção ao Bullying, nasceu nos Estados Unidos em 2006, pela PACER’s e teve como propósito recordar que é necessária uma ação efetiva para prevenir o bullying.
Com a mobilização de todos é que faremos a diferença “THE END OF BULLYING BEGINS WITH YOU”
Promover boas relações entre os jovens, e fomentar um ambiente mais saudável nas escolas é nossa preocupação, por isso o PORTALBULLYING.COM.PT – centro de ajuda online, fundado em janeiro de 2010, junta-se a esta iniciativa.
Se em Outubro da América importamos o Hallowen, porque não importar o mês da Prevenção ao Bullying e a partir daqui encetar todo um leque de atividades preventivas e de promoção das boas relações escolares?
Nos últimos anos fomos inundados com o dia das bruxas e em cada bairro ou viela vemos grupos de jovens a tocar às campainhas para gritar “Trick or Treat”, ou no nosso português, Doçura ou Travessura, porque não celebrar também o mês da Prevenção ao Bullying?

Se a este nos dedicarmos com a mesma intensidade que ao Halloween, tanto melhor.
Até é comum vermos grupos de pais de crianças pequenas a acompanhar os filhos nestas incursões, pois não querem que a falta de autonomia os impeça de desfrutar desta experiência de busca de doces e de pregão americano, então porque não gozar da mesma disponibilidade para promover diálogos em torno das relações escolares?
Agarrar este mês e transformá-lo numa oportunidade para desenvolver o espírito colaborativo e de entreajuda é de uma riqueza inestimável, portanto temos mas é mesmo que o agarrar e criar todas as condições para a sua operacionalização.
Para um adequada orientação e promoção, o portal irá disponibilizar cartazes, flyer´s, histórias motivacionais, sugeriremos livros para leituras orientadas, e iremos promover um concurso que terá como objetivo principal estimular a criatividade dos jovens e torná-los mais conscientes e voluntários.

Siga-nos e fique a par de todas as informações que vamos disponibilizando ao longo deste mês.

domingo, 17 de julho de 2016

Pedagogia Social : Educação Social

O Educador Social tem a Pedagogia Social como referência. Distingue-se do Trabalhador Social pelo caráter de sua intervenção: o Educador Social atua no campo de intervenção sócio-educativa, enquanto ao Trabalhador Social compete a assistência social, a análise sistemática da realidade, a coleta de dados e de informações que subsidiam a própria intervenção do Educador Social.
Torna-se evidente o caráter interdisciplinar do trabalho social em ação. É a partir da integração em equipe, incluindo profissionais de diferentes áreas, que se viabilizam planos, programas, projetos de implementação, acompanhamento e avaliação nessa área. 


A Pedagogia Social, como uma das áreas no campo de Trabalho Social, envolve uma série de especialidades que, na classificação de Quintana, são as seguintes:
01- atenção à infância com problemas (abandono, ambiente familiar desestruturado...); 
02- atenção à adolescência (orientação pessoal e profissional, tempo  livre, férias...);  
03- atenção à juventude (política de juventude, associacionismo, voluntariado, atividades, emprego...) 
04- atenção à família em suas necessidades existenciais (famílias desestruturadas, adoção, separações...); 
05- atenção à terceira idade; 
06- atenção aos deficientes físicos, sensoriais e psíquicos; 
07- pedagogia hospitalar; 
08- prevenção e tratamento das toxicomanias e do alcoolismo; 
09- prevenção da delinqüência juvenil. (reeducação dos dissocializados); 
10- atenção a grupos marginalizados (imigrantes, minorias étnicas, presos e ex- presidiários); 
11- promoção da condição social da mulher; 
12- educação de adultos 
13- animação sócio-cultural.
Por serem decorrentes de necessidades sociais, essas áreas sofrem alterações. O próprio Quintana apresenta a questão dos meios de comunicação de massa e a polêmica em torno da existência ou não de uma Pedagogia Social dos meios de Comunicação Social. Coloca-se na defesa do duplo objeto da Pedagogia Social: socialização do indivíduo e Trabalho Social, remetendo à Pedagogia Especial as questões dos Meios de Comunicação, bem como da Pedagogia do Tempo Livre e Pedagogia Empresarial. 

Para autores como Ventosa educação para o trabalho distingue-se de educação de adultos, pela natureza das propostas; inclui novas áreas como educação cívica e educação para a paz. 


Entretanto, para fins de estruturação e estudo, pelas características próprias, as áreas de intervenção sócio-educacional podem ser organizadas em três grandes grupos que, separados ou integrados, respondem à diversidade de contextos e de intervenções. São eles: a Animação Sociocultural, a Educação de Adultos e a Educação Especializada. 
Ressalta-se, em conclusão, a necessidade de aprofundar discussões, ampliar domínio de conhecimentos teóricos e investir em pesquisas na área de Pedagogia Social – um dos desafios à formação do pedagogo – como alternativa à superação de práticas e intervenções sócio-educacionais determinadas pelo senso comum e pela cultura escolar.






Além da intervenção sobre a inadaptação social, o autor destaca outros enfoques da educação social no contexto espanhol: 

a) é compreendida como sinônimo de correta socialização; 
b) pressupõe intervenção qualificada de profissionais, a ajuda de recursos e presença de umas determinadas circunstâncias sobre um sistema social; 
c) refere-se também à aquisição de competências sociais; 
d) representa o conjunto de estratégias e intervenções sócio-comunitárias no meio  
social; 
e) é concebida como formação social e política do indivíduo, como educação política do cidadão; 
f) atua na prevenção de desvios sociais; 
g) define-se como trabalho social, entendido, programado e realizado desde a perspectiva educativa e não meramente assistencialista; 
h) é definida como ação educadora da sociedade.

Para autores como Ventosa educação para o trabalho distingue-se de educação de adultos, pela natureza das propostas; inclui novas áreas como educação cívica e educação para a paz. 
Entretanto, para fins de estruturação e estudo, pelas características próprias, as áreas de intervenção sócio-educacional podem ser organizadas em três grandes grupos que, separados ou integrados, respondem à diversidade de contextos e de intervenções. São eles: a Animação Sociocultural, a Educação de Adultos e a Educação Especializada. 
Ressalta-se, em conclusão, a necessidade de aprofundar discussões, ampliar domínio de conhecimentos teóricos e investir em pesquisas na área de Pedagogia Social – um dos desafios à formação do pedagogo – como alternativa à superação de práticas e intervenções sócio-educacionais determinadas pelo senso comum e pela cultura escolar.


http://www.boaaula.com.br/iolanda/producao/me/pubonline/evelcy17art.html

segunda-feira, 28 de março de 2016

Abril - Mês da Prevenção dos Maus-tratos na Infância


A Comissão Nacional de Proteção de Crianças e Jovens em Risco (CNPCJR), em parceria com a Câmara Municipal de Lisboa e a Associação de Mulheres contra a Violência (AMCV), dinamiza um conjunto de iniciativas que decorrem durante o mês de abril – Mês da Prevenção dos Maus-tratos na Infância – com o objetivo de alertar para a prevenção dos maus-tratos a que muitas crianças e jovens ainda são sujeitos. 




quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Violência no namoro



Prevenção, prevenção, prevenção. As escolas são espaços de excelência para fazer essa prevenção, é lá que estão, ou devem estar, todos os que estão em idade escolar. Mais um tema e um espaço para os  técnicos de educação e pedagogia social e os assistentes sociais ajudarem os professores na prevenção de qualquer tipo de violência e desde as idades mais baixas, ao contrário do que se possa pensar. Há muito trabalho para fazer. 

http://www.tvi24.iol.pt/videos/sociedade/violencia-no-namoro-esta-a-aumentar/56afb8de0cf2f5af08e6ceb4


Violência no namoro

O que é?

É um ato de violência pontual ou continua , cometida por um dos parceiros (ou por ambos) numa relação de namoro, com o objetivo de controlar, dominar e ter mais poder do que a outra pessoa envolvida na relação.

Existem diferentes formas de violência no namoro:

VIOLÊNCIA FÍSICA: 
Por exemplo, quando o/a teu/tua namorado/a:
  • te empurra;
  • te agarra ou prende;
  • te atira objetos;
  • te dá bofetadas, pontapés e/ou murros;
  • ameaça usar a força física ou a agressão.
            
                                     
   
VIOLÊNCIA PSICOLÓGICA:
Por exemplo, quando o/a teu/tua namorado/a:
  • parte ou estraga os teus objetos ou roupa;
  • controla a tua maneira de vestir;
  • controla o que fazes nos tempos livres e ao longo do dia;
  • te liga constantemente ou envia mensagens;
  • ameaça terminar a relação como estratégia de manipulação.



VIOLÊNCIA SOCIAL:
Por exemplo, quando o/a teu/tua namorado/a:
  • te humilha, envergonha ou tenta denegrir a tua imagem em público, especialmente junto dos teus familiares e amigos;
  • mexe, sem o teu consentimento, no teu telemóvel, nas tuas contas de correio eletrónico ou na tua conta do Facebook;
  • te proíbe de conviver com os teus amigos e/ou com a tua família.

http://www.apavparajovens.pt/pt/go/o-que-e1