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domingo, 8 de maio de 2016
Livro "Nem todas as mães amam os filhos"
O livro "Nem todas as mães amam os filhos", de Rose Ferreira, tem uma história forte com uma linguagem acessível. Vale muito a pena lê-lo. "Dos jogos psicológicos e à difamação na idade adulta, até o rompimento do ciclo de dor e a busca do equilíbrio.
Uma história real e verdadeira, que conduzirá o leitor pelos universos da psicopatia, do amor e do perdão."
"No caso da mãe da autora, o pior de sua personalidade manifesta-se em seu núcleo familiar e seu sadismo é exercido sobre os mais frágeis. No ambiente externo, esconde o seu verdadeiro ego e mostra-se simpática e afável. Para ser aceita e querida, cria histórias nas quais há uma inversão dos papéis reais.
Em sua narrativa,(a mãe) traveste-se de vítima e o alvo (filha) de sua maldade é apresentado como algoz.No ambiente corporativo, não é raro encontrarmos pessoas com esse perfil, mas conviver com elas sob o mesmo teto é inimaginável! Mas ela não se entregou e é aí que reside a beleza do livro. Com toda a humanidade, a autora sofre, se enraivece, compreende, ama, perdoa e,
a duras penas, aprende a proteger a sua família e a si própria daquela de quem todos esperamos sempre muito amor (mãe)."
"Como é explicado no livro, psicopatia não é doença; não há cura para quem é incapaz de estabelecer vínculos afetivos, colocar-se no lugar no outro e sentir compaixão. A medicina classifica como psicopata as pessoas que reúnem um determinado conjunto de características que vão da dissimulação ao prazer diante do sofrimento alheio"
http://livrosqueemocionam.wix.com/nem-todas-as-maes
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terça-feira, 9 de fevereiro de 2016
Marcas do abuso emocional
Educação e Pedagogia Social

Os sinais de um abuso emocional, às vezes, são difíceis de detectar.
Ao contrário do abuso físico, o abuso emocional é feito e recebido mais frequentemente do que as pessoas que estão ao redor da vítima podem perceber.
O pior de tudo é que a vítima também não se dá conta , já que a profundidade do abuso costuma aumentar de forma paulatina, fazendo com que a vítima justifique, por aproximação, os maus tratos que nunca teria aceitado se tivessem começado de forma radical.
O abuso emocional pode ser mais prejudicial do que o abuso físico, já que pode enfraquecer o que pensamos sobre nós mesmos. Pode paralisar tudo o que estamos destinados a ser: permitimos e transformamos em algo falso para que possamos nos definir erroneamente. O abuso emocional pode acontecer entre pais e filhos, marido e mulher, entre parentes, entre colegas de trabalho e chefes e, até mesmo, entre amigos.
O abusador costuma projetar suas palavras, atitudes ou ações sobre a vítima, ou vítimas, que ele escolheu. Essa é uma de suas estratégias preferidas para evitar qualquer conflito cognitivo que possa colocar sua falsa autoestima em contradição e, além disso, é uma forma de atacar da própria vítima, fazendo-a dependente e criando nela um sentimento de desamparo.
Como identificar se somos vítimas de um abuso emocional?
- Há alguém que faz brincadeiras sem graça com você ou que o expõe na frente dos demais?
- Faz piadas com você, utiliza o sarcasmo como uma forma de colocá-lo para baixo ou de denegrir a sua imagem?
- Ele/eles dizem que sua opinião ou sentimentos são “maus” ou não têm importância?
- Alguém lhe ridiculariza regularmente, lhe rejeita, não leva em conta suas opiniões, pensamentos, sugestões e sentimentos?
- Você acredita que essa pessoa a trata como uma criança?
- Constantemente a corrige ou castiga porque seu comportamento é “inapropriado”?
- Você sente que deve “pedir permissão” antes de ir a algum lugar ou antes de fazer algo e, inclusive, tomar pequenas decisões?
- Controla suas despesas?
- Trata você como se fosse inferior a ele(a)/eles(as)?
- Faz você sentir que ele(a) sempre tem razão?
- Lembra constantemente dos seus defeitos?
- Menospreza suas conquistas, suas aspirações, seus planos e até mesmo quem você é?
- Desaprova com desdém ou despreza seu olhar sobre as coisas, seus comentários e comportamento?
III
Acusar e culpar, demandas ou expectativas triviais ou pouco razoáveis, nega seus próprios defeitos:
- Acusa de algo artificial quando sabe que não é verdade?
- É incapaz de rir de si mesmo?
- É extremamente sensível quando se trata de outras pessoas que fazem brincadeiras com ele ou que façam qualquer tipo de comentário que parece demonstrar uma falta de respeito?
- Desculpa-se por seus problemas?
- Querem se justificar por seu comportamento ou tendem culpar os outros, ou as circunstâncias, por seus erros?
- Como se dirige a você? Por seu nome, apelido ou cargo?
- Culpa-o por seus problemas ou infelicidade?
- Falta continuamente com o respeito?
IV
Distanciamento emocional e o “tratamento do silêncio”, isolamento, abandono ou negligência emocional:
- Retira-se ou retém a atenção ou afetividade?
- Não quer cumprir com as necessidades básicas ou utiliza a negligência ou abandono como castigo?
- Joga a culpa sobre você ao invés de assumir a responsabilidade por suas ações ou atitudes?
- Não se dá conta ou não se importa com como você se sente?
- Não mostra empatia ou faz perguntas para obter informação?
V
A co-dependência e engano:
- Alguém lhe trata não como uma pessoa separada, mas como uma extensão de si mesmos?
- Não protege seus limites pessoais e compartilha informação que você não aprova?
- Você acha que o melhor para você é simplesmente fazer o que eles pensam?
- Demanda contato contínuo e não desenvolveu uma rede de apoio saudável entre seus próprios companheiros?
http://amenteemaravilhosa.com/as-marcas-do-abuso-emocional/?utm_medium=post&utm_source=website&utm_campaign=popular
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