quarta-feira, 4 de julho de 2018

Educação Emocional/Humana - as crianças e os animais


A organização de proteção aos animais The Humane Society do estado norte-americano de Missouri, criou um programa de leitura para animais de abrigo (o Shelter Buddies Reading Program). 





Como funciona?

Esse programa que acontece uma vez por mês, consiste em crianças lerem para os cãezinhos como uma maneira de prepará-los para seus futuros lares adotivos.



Este projeto visa o desenvolvimento da inteligência emocional nas crianças e a vertente humana, do mesmo modo incentiva à leitura e ensina a cuidar dos animais e a protege-los.




O  Animal Rescue League of Berks County” da Pensilvânia, em parceria com escolas da região, decidiu lançar um programa de incentivo à leitura, além do auxílio aos animais sem donos.




As crianças interessadas podem visitar o abrigo e dedicar alguns minutos do seu dia à leitura de um texto ou de um pequeno livro aos bichinhos. Muitos dos pequenos voluntários aproveitam para acariciar e brincar com os animais.

A ideia surgiu para dar resposta a uma necessidade de aprendizagem de uma criança,  Sean de 10 anos, filho de Kristi Rodriguez, coordenadora do projeto, o menino não gostava de ler e tinha preguiça, então a mãe teve a ideia de levá-lo a um abrigo de animais e pediu para ele ler para os gatinhos, a ideia resultou e tornou-se um grande incentivo. A partir daí era o Sean que pedia para lá voltar.
  

Denominada “Book Buddies”, (algo como “amigos do livro” em português), a iniciativa está agradando aos pequenos, professores, pais e comovendo internautas das mais diversas regiões do mundo.






Os valores ensinados em casa e na escola, estão a ficar ultrapassados.

É urgente incutir nos mais novos, a ideia de que os animais não são comida.








segunda-feira, 18 de junho de 2018

Psicopatas Corporativos: Eles existem e deterioram o clima organizacional



«Clive é professor de liderança e comportamento organizacional na Middlesex University, na Inglaterra. Nos últimos sete anos, ele estudou as evidências e os efeitos da liderança tóxica e, em particular, a influência da presença de psicopatas corporativos em vários resultados no local de trabalho, inclusive nos níveis de conflito e intimidação no trabalho.»











A fase Ingresso, na empresa, corresponde ao processo seletivo, onde o psicopata surge como uma figura cativante, charmosa buscando seduzir o entrevistador para conseguir a vaga; 

  • na fase “estudo de território” o psicopata já dentro da empresa busca construir relações com os colegas influentes dentro da empresa
  • na fase “manipulação de pessoas e fatos”, de forma camuflada e disfarçado de amigo o psicopata semeia a discórdia entre colegas, espalha falsas notícias, usa os colegas como ferramentas da sua estratégia de ascensão
  • na fase da confrontação o psicopata abandona as pessoas que considera não ter mais utilidade em sua estratégia e passa a humilhá-las, essa é a arma para que esses colegas fragilizados se mantenham em silêncio sobre o que sabem a respeito dele;
  •  na fase de ascensão, o psicopata alcança seus objetivos e obtém a posição desejada dentro da empresa, geralmente através de demissões e rebaixamento de cargo de seu antigo chefe. 

A AÇÃO DO PSICOPATA NA EMPRESA 
O ambiente empresarial extremamente competitivo faz com que as algumas organizações busquem por um perfil de profissional que o psicopata sabe desempenhar com ninguém. Babiak e Hare (2006, p.256) afirmam que: “O clima empresarial de hoje, acelerado, competitivo e muitas vezes caótico, promove o estímulo que os psicopatas buscam e dá cobertura suficiente para seu comportamento manipulativo e abusivo”. Alguns contextos organizacionais são mais propícios à atuação do psicopata corporativo e ao assédio moral do que outros. Em alguns locais, o assédio encontra espaço para se desenvolver sem que haja uma restrição, pelo contrário, o terreno se mostra fértil e permissivo (Possas et al 2014, p.4) De acordo com Silva (2014), na ânsia de crescimento em curto espaço de tempo, algumas empresas perdem seus alicerces morais, e tendem a valorizar pessoas com características inescrupulosas, para a autora, existem empresas e instituições psicopáticas. Em um primeiro momento manter indivíduos com personalidade psicopática no quadro de funcionários e geralmente ocupando cargos de liderança pode até ser produtivo e vantajoso para a empresa, porém de acordo com Adrews (2015, p.1) em longo prazo eles podem custar caro para a organização: “eles derrubam o moral da equipe, causam excesso de rotatividade e reduzem a produtividade”. Desprovidos de consciência ética, de escrúpulos e egocêntricos eles trabalham para eles mesmos e jamais para a empresa.  





Para Horta (2001), psicopatas apesar não serem movidos por emoções, sabem “ler” as pessoas, ou seja, conseguem rapidamente captar o que emociona o outro, o que fragiliza, o que o deixa feliz e com isso conseguem aproximar-se e criar um vínculo aparente para agirem inescrupulosamente, para esses indivíduos “infringir as normas e externar seus desejos agressivos e predatórios sem nenhum escrúpulo ou culpa são atitudes naturais e, por isso mesmo, isentas de qualquer autocrítica” (SILVA, 2014, p.100).


Estima-se que 1% da população adulta que trabalha é formada pelos chamados psicopatas corporativos, profissionais que não medem esforços para crescer e são capazes de ferir psicologicamente (quando não fisicamente) colegas de trabalho para conseguir o que almejam. Um estudo feito pelos pesquisadores americanos Paul Babiak e Robert Hare, dois experts no tema, afirma que cerca de 10% da população apresenta traços de psicopatia suficientes para ter impacto negativo em seus companheiros. Como o psicopata social, que se deleita com o sofrimento de suas vítimas, o corporativo não é louco, mas é essencialmente mau. “Ele está ciente dos efeitos que seu comportamento tem nas pessoas ao seu redor, mas simplesmente não se importa”, diz o psicólogo australiano John Clarke, autor do livro “Trabalhando com Monstros – Como Identificar Psicopatas no Trabalho e se Proteger Deles” (Editora Fundamento).
                                                                                                                                               Psicopatia tem cura?
Não. Psicopatia é um transtorno de personalidade e não uma doença como muitos pensam, logo não existe cura para um transtorno, o que se pode fazer é tentar corrigir comportamentos suspeitos com acompanhamento de um terapeuta e psiquiatra, se forem notados logo na infância.
Contudo um adulto psicopata dificilmente mudará seu comportamento. Na essência ele não tem empatia por outros indivíduos, nem o sentimento de culpa, por isso costumam quebrar regras, mentir descaradamente e prejudicar os colegas sem o menor remorso. Para um psicopata ações imorais fazem parte da rotina naturalmente e por isso não hesitam em manipular e usar todo o seu charme e carisma para alcançar seus objetivos.


Méritos da autora Ana Beatriz Barbosa Silva, que, baseada em sua ampla experiência clínica em comportamento humano e psiquiatria, despiu sua escrita do jargão acadêmico em favor de uma linguagem envolvente e acessível a um público amplo. Ana Beatriz é referência em sua área de estudo, tornando-se presença constante na mídia, em especial na TV.
«Frios, calculistas e insensíveis à dor alheia, os psicopatas são, segundo a especialista, muito mais numerosos do que se supõe. São homens e mulheres de todas as idades, classes sociais, raças e religiões e podem passar a vida toda sem ser desmascarados. Têm em comum uma mesma rotina – seduzir, mentir, magoar, dissimular, trair, abusar, roubar, agredir – e, diferentemente de grande parte das pessoas, não sentem culpa, remorso, compaixão, arrependimento nem nenhum outro sentimento de responsabilidade para com as pessoas que ferem ou prejudicam. »
Falhas nos atuais modelos de organização familiar, educacional e social são dados importantes que podem se relacionar à psicopatia e merecem estudo aprofundado. No entanto, a autora acredita que não bastam, por si, para explicar o fenômeno da mente psicopata, esvaziada dos sentimentos nobres que nos distinguem como seres humanos. "Admitir que existem criaturas com essa natureza é quase uma rendição ao fato de que o 'mal' habita entre nós, lado a lado, cara a cara", comenta a psiquiatra.

https://www.aedb.br/seget/arquivos/artigos16/31124433.pdf

sexta-feira, 15 de junho de 2018

O desenvolvimento emocional das crianças com os animais


Ter um animal de estimação, especialmente numa família com crianças, pode parecer demasiado complicado. Mas as recompensas podem ser muitas, especialmente para os mais novos.
Vários estudos comprovam que 
as crianças que têm um animal de estimação têm um índice de inteligência emocional superior. Isto porque, como destaca a plataforma Love Pet Food, os animais ajudam as crianças a desenvolver diferentes capacidades emocionais.

Compaixão: Se desde pequena a criança tiver um animal de estimação, saberá que aquele animal precisa de atenção. A relação entre a criança e o animal de estimação vai ajudá-la a criar empatia e a conseguir detectar as necessidades do animal. Valências que depois poderá aplicar também em relação às pessoas que a rodeiam.

Responsabilidade: Dar algumas responsabilidades à criança no que diz respeito aos cuidados a ter com o animal de estimação – como ter de lhe dar comida, água, de brincar ou passear com ele – vai dar-lhe um sentimento de competência e realização. Além disso poderá aumentar a independência e a autoestima da criança.
Desenvolvimento cognitivo: Quando fala com o animal de estimação a criança estará a desenvolver o seu sistema cognitivo. Imaginando histórias e desenvolvendo a fala.

Emoção: As crianças podem ter dificuldade em exprimir as suas emoções. Os animais de estimação podem ajudar a criança a sentir-se mais segura e confortável para o fazer.

Gestão do stresse. Estudos apontam que as crianças preferem contar os seus problemas aos animais do que aos pais, por exemplo. Por isso o animal pode ser, além de boa companhia, um gestor de stresse para a criança. Além disso, dar mimos aos animais ajuda a criança a reduzir os níveis de stress.

http://www.noticiasaominuto.com/lifestyle/477693/animais-contribuem-para-a-inteligencia-emocional-das-criancas

quinta-feira, 14 de junho de 2018

O maior evento de Educação do ano



A Casa do Professor organiza entre os dias 2 e 5 de julho de 2018, em Braga, o maior evento de educação do ano em Portugal, a Conferência Internacional Making Learning Meaningful – Implications for Teachers Training. Este evento divide-se entre os dias 2 e 3 de julho em formato de conferência, no Forum Braga e 4 e 5 de julho em workshops nos Agrupamentos de Escolas Francisco Sanches e Maximinos em Braga. Nesta conferência, cujo título em português significa "Aprendizagem com Sentido(S)", debatem-se os desafios europeus colocados à educação em geral e aos professores em particular. O ponto de partida decorre de um estudo realizado em três países (Polónia, Portugal e Roménia), através do qual se procura responder à pergunta sobre o modo como as crianças e os jovens aprendem no século XXI, para se refletir de seguida sobre a formação dos professores, que tem sido continuamente identificada como prioritária, por diversos organismos nacionais e internacionais, reconhecendo-se que necessita de adequação face às novas realidades

domingo, 10 de junho de 2018

Envelhecimento ativo.


Em outras épocas e civilizações, ter "mais idade" significava ser o mais experiente e, por isso mesmo, o mais respeitado em seu meio. Em diversas sociedades (principalmente as orientais), os mais velhos eram os que detinham as funções de maior distinção e conduziam a sua comunidade: eram os sábios, os feiticeiros, os curandeiros, os conselheiros e os educadores

O Dia Internacional do Idoso é comemorado anualmente a 1 de outubro.Este dia foi instituído em 1991 pela (ONU) Organização das Nações Unidas e tem como objetivo sensibilizar a sociedade para as questões do envelhecimento e da necessidade de proteger e cuidar a população mais idosa

A mensagem do dia do idoso é passar mais carinho aos idosos, muitas vezes esquecidos pela sociedade e pela família.

Há diversos fatores que interferem no processo do envelhecimento e podem ser evitados ou suavizados por atitudes e estilos de vida que podemos adotar desde muito jovens.

No processo de envelhecimento biológico a prevenção e o controlo alimentar são essenciais para melhorar o bem estar do idoso, que face às alterações do funcionamento do organismo, as necessidades energéticas diminuem, principalmente se não houver atividade física. 


Nesta fase da vida é muito importante ter uma boa educação alimentar assente em alimentos ricos do ponto de vista nutricional. Deve evitar o consumo de álcool e de tabaco, proteger-se da intempérie (de excessos de calor, frio, humidade) e ter hábitos de sono regulares.


É importante ter uma vida social ativa, sendo que nesta fase da vida o convívio social é ainda mais importante, pois evita que os idosos se sintam sozinhos e deprimidos, assim como promove o exercício mental (através de jogos e outras partilhas), evitando desta forma a perda de neurónios e consequente memória. 

A socialização é um dos fatores que estimula os idosos a aderirem à atividade física, mantém-nos mais ativos, melhora a sua auto estima, contribuindo para o seu bem-estar e para uma melhor qualidade de vida. Quando alguém sorri, o organismo liberta endorfina, um harmónio responsável pela sensação de felicidade, prazer e bem-estar. Esta substância também é capaz de: ativar o sistema imunológico, melhorar a memória combater o stress e aliviar dores. 




E a vantagem é que nunca é tarde para começarmos. 
  • Adquirir hábitos saudáveis como a prática de exercício físico regular ajuda a melhorar a resistência, a capacidade funcional e cardiovascular e diminuir a perda de massa; sem falar no benefício à higiene mental que ela proporciona. 
  • Optar por uma alimentação saudável. 
  • Evitar hábitos de risco como tabagismo, álcool
  • Proteger-se do excesso do sol, calor, frio, humidade. 
  • Ter hábitos de sono regulares
  • Divertir-se sem excessos, 
  • Procurar adquirir cultura, relacionar-se com vários amigos
Tudo isto, já se tem demonstrado, é um excelente passaporte para um envelhecimento saudável. Sem esquecer-se de que a mente também deve ser sempre "exercitada" pois assim evita-se a perda de neurônios e consequentemente de memória. 





São fatores protetores da solidão e do isolamento social dos idosos, a existência da harmonia familiar assim como o desenvolvimento de uma boa autoestima, autonomia, amizades, convívio e partilha. Do mesmo modo a disponibilidade para aceitar apoio de sistemas externos ao seu meio que visam reforçar a capacidade do indivíduo em lidar melhor com as circunstâncias da vida. Temos o exemplo de centros de Dia, universidades seniores, assim como resposta social de apoio a atividades sociais, recreativas e culturais, organizadas e dinamizadas com participação ativa das pessoas idosas, residentes numa determinada comunidade.



A qualidade de vida das pessoas passa por adquirir hábitos saudáveis no seu dia-a-dia,  como a prática do exercício físico regular que ajuda a melhorar a resistência, a capacidade funcional e cardiovascular assim como diminui a perda de massa.
Grande parte das doenças crónicas como as doenças cardiovasculares, a hipertensão, a doença coronária, o acidente vascular cerebral, o enfarte, entre outras, como a diabetes e o aumento do colesterol, são passíveis, em grande parte, de prevenção, através de hábitos de vida e condições de vida saudáveis e promotoras das capacidades, ao longo de toda a vida individual, social e na comunidade.



Segundo os especialistas, 

  • a leitura é a atividade mais estimulante, pois evoca os mais variados tipos de memória ao mesmo tempo (a verbal e a visual). 
  • Outras atividades como jogos, palavras cruzadas, aprendizagem contínua (idiomas, música, artesanato, etc.) 
  • ou uma simples mudança de rotina (viajar, conhecer pessoas novas ou só mudar o trajeto ao andar pela rua) tira a mente do automático. 


Muitas ações preventivas estão ao alcance de grande parte da população e podem melhorar em muito a qualidade de vida dos idosos.




Na iminência de um mundo habitado por uma população mais envelhecida, há muito o que se fazer ainda no que diz respeito a direitos e políticas públicas.



Devemos repensar nossas crenças e atitudes em relação à velhice, nos preparando para a sua chegada. Além de lembrar que os idosos devem ser vistos como cidadãos ativos que ainda têm muito a contribuir com a sociedade através do seu conhecimento, transmitindo-o para outras gerações.  




"Cada fase em nossa vida é única, e como tal deve ser vivida... O dom da vida que nos foi dado, deve sempre ser valorizado no momento atual, pois não sabemos até quando vai nossa missão nesse pequeno espaço que ocupamos..."



O amor e a saúde mental.


Esta afirmação: “Saúde mental é sentir amor e calor humano pelas pessoas e gostar de estar perto delas”, (citada pelo Dr. Dennis O’Donovan durante uma entrevista sobre Neuróticos Anônimos num programa de televisão), é aquilo que vimos repetindo há muito tempo no JOURNAL. Temos sempre sustentado a tese de que amar os outros, pensar nos outros e servi-los é o que constituí a saúde mental (ver “A Resposta para a Doença Emocional: AMOR” no JOURNAL de novembro de 1965).

O que havia da errado connosco, quando estávamos doentes – e o que há de errado com todas as pessoas doentes – era a nossa incapacidade de amar, incapacidade de amar os outros, a nós mesmos, a Deus, a natureza, a vida, o mundo. Era essa a causa fundamental da nossa doença, apenas isso e nada mais. Podemos ter pensado, e de fato pensamos, que foram determinados problemas os causadores da nossa doença. Mas o egoísmo e a incapacidade de amar é que haviam causado os problemas que considerávamos como sendo responsáveis pelo nosso infortúnio.

Mas a prova infalível da questão está no fato de que aprendendo a amar nós nos curamos. Aprender a amar, e nada mais, é a nossa cura. Quando aprendemos a amar, desaparece a doença emocional e mental e passamos a ver os nossos problemas como eles realmente são.

É a incapacidade de amar que nos isola, que nos torna solitários e infelizes, incapazes de nos darmos bem com quem quer que seja, inclusive com nossas famílias, e que causa todas as outras dificuldades. Aqueles que não sabem amar não podem encontrar paz em parte alguma. Aqueles que amam encontram paz onde quer que estejam.

“É o amor que faz o mundo girar”, “O amor tudo conquista” são expressões que ouvimos com freqüência e o que elas realmente querem dizer é que amar os outros é sinônimo de saúde mental. 

Sentimo-nos felizes por essa verdade ter sido enunciada por uma autoridade no campo da doença mental, ao declarar que “Saúde mental é sentir amor e calor humano pelas pessoas e gostar de estar perto delas, “concordamos entusiástica e plenamente”. Vamos abreviar o que foi dito, resumindo tudo numa breve afirmação: AMAR OS OUTROS É SAÚDE MENTAL.

https://www.psicologiasdobrasil.com.br/saude-mental-e-sentir-amor-pelos-outros/