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domingo, 10 de junho de 2018

O amor e a saúde mental.


Esta afirmação: “Saúde mental é sentir amor e calor humano pelas pessoas e gostar de estar perto delas”, (citada pelo Dr. Dennis O’Donovan durante uma entrevista sobre Neuróticos Anônimos num programa de televisão), é aquilo que vimos repetindo há muito tempo no JOURNAL. Temos sempre sustentado a tese de que amar os outros, pensar nos outros e servi-los é o que constituí a saúde mental (ver “A Resposta para a Doença Emocional: AMOR” no JOURNAL de novembro de 1965).

O que havia da errado connosco, quando estávamos doentes – e o que há de errado com todas as pessoas doentes – era a nossa incapacidade de amar, incapacidade de amar os outros, a nós mesmos, a Deus, a natureza, a vida, o mundo. Era essa a causa fundamental da nossa doença, apenas isso e nada mais. Podemos ter pensado, e de fato pensamos, que foram determinados problemas os causadores da nossa doença. Mas o egoísmo e a incapacidade de amar é que haviam causado os problemas que considerávamos como sendo responsáveis pelo nosso infortúnio.

Mas a prova infalível da questão está no fato de que aprendendo a amar nós nos curamos. Aprender a amar, e nada mais, é a nossa cura. Quando aprendemos a amar, desaparece a doença emocional e mental e passamos a ver os nossos problemas como eles realmente são.

É a incapacidade de amar que nos isola, que nos torna solitários e infelizes, incapazes de nos darmos bem com quem quer que seja, inclusive com nossas famílias, e que causa todas as outras dificuldades. Aqueles que não sabem amar não podem encontrar paz em parte alguma. Aqueles que amam encontram paz onde quer que estejam.

“É o amor que faz o mundo girar”, “O amor tudo conquista” são expressões que ouvimos com freqüência e o que elas realmente querem dizer é que amar os outros é sinônimo de saúde mental. 

Sentimo-nos felizes por essa verdade ter sido enunciada por uma autoridade no campo da doença mental, ao declarar que “Saúde mental é sentir amor e calor humano pelas pessoas e gostar de estar perto delas, “concordamos entusiástica e plenamente”. Vamos abreviar o que foi dito, resumindo tudo numa breve afirmação: AMAR OS OUTROS É SAÚDE MENTAL.

https://www.psicologiasdobrasil.com.br/saude-mental-e-sentir-amor-pelos-outros/

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Mente tranquila num coração cheio de paz


Educar para o conflito

https://www.youtube.com/watch?v=LNsRDT2vhyU 

Nesse programa, Telma Vinha destaca a importância da Educação para a Paz, tema cada vez mais presente nos fundamentos da educação atual. Ela reafirma que é preciso se educar para o conflito e o tratamento passa pelo diálogo, pela cooperação e pelo respeito mútuo, que podem formar os cidadãos do futuro com autonomia moral, reconhecimento de si e dos outros, em atitudes e valores legitimados.

terça-feira, 14 de março de 2017

É urgente humanizar a sociedade!

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No contexto de desumanização e de violência generalizada em que vivemos, o objetivo de toda a educação, sobretudo de uma educação integral, não pode ser outro que o de recuperar a dignidade das pessoas e de ensinar a viver humanamente.
Educação para despertar as pessoas e ajudá-las a olhar e ver, para tirar-lhes as vendas dos olhos, para produzir compaixão e misericórdia. Educação que recupere a aventura apaixonante de chegar a ser pessoa, de voltar a pôr na moda o ser humano… Como em 1999 afirmava Fernando Savater: “ A principal tarefa da humanidade é produzir mais humanidade. O mais importante não é produzir mais riqueza ou desenvolvimento tecnológico… mas antes saber que o fundamental da humanidade é produzir uma humanidade mais consciente dos requisitos do ser humano”.





É esta a tarefa essencial da educação, uma educação que desperte o ser humano que todos levamos dentro, nos ajude a construir a personalidade e a integrar a nossa vocação no mundo. Trata-se de desenvolver a semente de si mesmo, de promover não já o conformismo e a submissão, mas sim o dar asas à liberdade. Isto é, trata-se de aprender a viver como seres humanos, de aprender a amar e a ser livres, de despertar uma nova consciência. 
Viver é fazer-se, construir-se, inventar-se, desenvolver os talentos e possibilidades, chegar a ser autenticamente livre. Deram-nos a vida, mas não no-la deram feita. Nas nossas mãos está a possibilidade de gastá-la na banalidade e na mediocridade, ou enche-la de plenitude e de sentido.





Podemos aumentar a violência ou ser construtores de paz; viver negando e destruindo a vida ou viver defendendo a vida, dando vida.
Reconhecemos que atualmente são poucos os que se atrevem a apresentar-se com seriedade e radicalidade a fazer o caminho da sua vida e a percorre-lo com honestidade e responsabilidade. Pensam que viver é seguir rotineiramente os caminhos apontados pelas modas, as propagandas, o mercado, os costumes…
Mas a educação verdadeira e humanizadora que tantos necessitamos, deve ensinar a viver, a defender a vida, a assumi-la como tarefa, como projeto. Educar, é ensinar a criança, o jovem e cada aluno a conhecer-se, valorizar-se e a empreender com honestidade o caminho da própria realização. 
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O único conhecimento realmente importante é o conhecimento de si mesmo: “conhece-te, quer – te, sê tu mesmo; atreve-te a viver, a amar e a ser livre”, que se deve converter no objetivo essencial de todo o autêntico educador….
É inegável que num mundo habitado por humanos, tudo o que se faça com o homem é feito, concomitantemente, com a sociedade. O mundo é o que é o homem, e o homem é o que é o mundo; muitas vezes de modo lamentável.
Se falamos em humanizar o homem, falamos concretamente do momento em que a educação consegue este desenvolvimento pleno do seu pensamento e da sua liberdade, isto é, quando a educação contribui para o crescimento do propriamente humano, as capacidades percetuais: intelecto e vontade.
Um homem que tenha desenvolvido este seu aspeto prioritário, será o cidadão que mais tarde produzirá cultura, transformará a sociedade e construirá a história. 
A sociedade edifica-se com base em homens bem formados, conhecedores da sua dignidade, sabedores de que o que façam hoje, será o legado que receberão as gerações vindouras.


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O resultado de tal atitude é a criação de cultura que em sentido geral significa tudo aquilo com que o homem afina e desenvolve as suas múltiplas qualidades de alma e corpo, submetendo o criado mas procurando, em cada momento, torná-lo mais humano. O resultado não será imediato, mas despontará o dia em que este comece a vislumbrar-se, até que o sol de uma completa renovação brilhe radiante sobre uma sociedade nova, habitada por homens novos…
A propósito, ressaltava o Arcebispo de Valência, Cardeal Agustin Garcia – Gasco, na sua habitual carta semanal: “humanizar a sociedade é urgente. Da escola básica até à universidade é imprescindível encarregar o serviço formativo de transmitir os distintos saberes para uma melhor promoção da dignidade da pessoa humana”.
Maria Helena Marques Professora
http://www.dnoticias.pt/opiniao/artigos/610244-e-urgente-humanizar-a-sociedade-CNDN610244

domingo, 10 de janeiro de 2016

Nunca deixe de voar... Nunca deixe de acreditar!!!



                                https://www.youtube.com/watch?v=WYHyLFY2VM0