https://www.youtube.com/watch?v=aqttodhnFJc&list=PLsPVOdZ3LN6eDp32MBixK0cEcaOqEbsfd&index=2
https://www.youtube.com/watch?v=aqttodhnFJc&list=PLsPVOdZ3LN6eDp32MBixK0cEcaOqEbsfd&index=2
Porque demorou décadas a admitir oficialmente que o tabaco é perigoso para a saúde? Porque é que parte da população ainda acredita que as alterações climáticas não existem? Porque é que tem sido tão difícil admitir que a mortalidade das abelhas está relacionada com os inseticidas? Nunca o conhecimento científico foi tão vasto, detalhado e partilhado e, no entanto, nunca foi tão questionado como é hoje. É bem conhecido que as indústrias têm interesse em esconder tudo o que possa prejudicar os seus negócios. A sua estratégia baseia-se em promover a ignorância, semear a incerteza no debate público e gerar dúvidas científicas para atrasar ou paralisar qualquer ação política ou cívica. Graças a arquivos inéditos, testemunhos de especialistas e animações gráficas, este documentário mergulha-nos no âmago da ciência da ignorância, reconstruindo os seus mecanismos a partir de exemplos concretos, numa tentativa de compreender o processo como um todo e os seus problemas subjacentes.
La fabrique de l'ignorance.mp4 - Bing video
Ao longo dos tempos a sociedade habituou-se a categorizar a população em crianças, jovens, adultos e velhos (mais tarde elegantemente chamados de seniores).
As estatísticas e tradições com que crescemos ensinaram-nos que primeiro tínhamos que estudar, para depois garantir um bom emprego, que na meta idílica dos 60 anos nos garantiria a reforma, chave para os “anos dourados” da velhice.
No entanto, inúmeros factores mudaram radicalmente a percepção e a realidade da terceira ou quarta idade, como preferirem:
• Esperança média de vida aumentou, proporcionando novos horizontes de vida, novas metas no nosso percurso terreno, e é hoje comum termos familiares e entes queridos a ultrapassar, com todas as faculdades mentais, a mítica barreira dos três dígitos;
• Um adulto com 60 anos é hoje um profissional ainda no auge da sua produtividade, atualizado tecnologicamente, com saúde, disposição e muita vontade de concretizar sonhos, que se pudesse trabalharia seguramente mais uns 15 a 20 anos;
• O mercado de trabalho largou ao longo das últimas duas décadas, milhares de pré-reformados, obrigando a reinventar ocupações, hobbies, micro-negócios e mesmo novas profissões e por força de norma rejeita novas contratações para profissionais acima dos 40, considerados “velhos” para as organizações;
• No regresso a casa, após décadas a viver um quotidiano laboral, estas pessoas têm um choque inesperado de rotinas e convivência com o seu cônjuge, e engrossam as filas dos divórcios após os 50’s e criam mais um fenómeno social desconhecido;
• Os sistemas de Segurança Social públicos estão, por regra, falidos, e não garantem mais níveis de segurança razoável, mesmo para quem contribuiu toda uma vida.
Olhando para os segundos 50, vamos considerar que voltarei a ser parasita nos mesmos 40%, ou seja, a partir dos 80. Isso significa que tenho, no mínimo, igual número de anos para realizar, concretizar sonhos, projetos, acrescentar valor, doar conhecimento e tempo, enfim, ser ativo. Então de facto, os 50 são a metade da vida. Obviamente que sempre penso em termos médios de expectativas, partindo do principio que terei a graça de Deus de ter saúde pelo menos correspondente à média, com perda gradual mas lenta de algumas faculdades, em alguns casos compensadas com a maturidade, conhecimento, experiência e gestão de expectativas mais ponderada, que tantas vezes me faltaram aos 20, aos 30 e até aos 40.
https://www.imagensdemarca.pt/artigo/o-que-fazer-depois-dos-50/
do mundo, a Dinamarca frequentemente lidera o Índice
Mundial de Felicidade, ocupando o primeiro lugar em
2013 e 2016.
Em um país onde os cuidados com a saúde e a educação
são gratuitos, e não importa onde você esteja, você
nunca estará a mais de 52 km do mar, todos são felizes.
Os dinamarqueses acreditam em amor, amizade e riso.
Eles são algumas das pessoas mais compassivas do mundo.
Empatia e fortes sentimentos de afeição um pelo outro
são valores fundamentais que tornam o reino da Dinamarca
um lugar próspero de paz.
Em um mundo em que muitos pais abusam excessivamente
dos filhos e evitam corrigi-los quando agem de maneira
insensível, os dinamarqueses criaram uma estratégia para
sustentar sua cultura de amor e cuidado genuíno pela
raça humana. Eles incorporaram a empatia como um
valor no currículo nacional padrão, criando meios incríveis
e criativos para ensinar às crianças o que significa
entender e compartilhar sentimentos. As crianças também
são ensinadas a lidar com vários estados emocionais,
desenvolvendo a capacidade de identificar sentimentos
que normalmente não entenderiam.
O programa CAT-Kit ( TAC Treinamento
Afetivo Cognitivo)
O Kit de Treinamento Afetivo Cognitivo foi
desenvolvido originalmente por psicólogos
na Dinamarca. É um programa que consiste
em ferramentas e materiais visuais,
interativos e personalizáveis que permitem
que as crianças se comuniquem efetivamente
entre si e com os adultos.
Uma das ferramentas mais populares no
kit CAT é o Measure, uma imitação de
um termômetro com níveis de 0 a 10.
intensidade de seus sentimentos sem precisar
explicar verbalmente. Quando conseguem
entender o conceito e a profundidade
dessas emoções, podem identificá-las em
outras crianças. O kit CAT tornou-se popular
além das margens da Dinamarca e é uma das
ferramentas mais úteis para ensinar
empatia e compaixão.
A ferramenta Sentimentos consiste em 100
diferentes rostos expressivos que representam
humores em 10 categorias diferentes –
alegria, tristeza, medo, amor, raiva, orgulho,
vergonha, surpresa, segurança e nojo.
As crianças podem usar os cartões de
figuras certos para descrever exatamente
como estão se sentindo no momento,
sem subestimar ou exagerar suas emoções.
A ferramenta Círculos permite que as
crianças descrevam seus relacionamentos
com amigos e familiares. Elas também podem
retransmitir seu apego aos seus interesses
e hobbies com esta ferramenta. Outras
ferramentas incluem o corpo, a roda, os
check-ins, o ano, a semana, o dia e a paleta
de comportamentos.
Todas as crianças em idade escolar da
Dinamarca participam de um programa
obrigatório que envolve a articulação
de seus sentimentos a partir das expressões
faciais das crianças na foto. As crianças
recebem cartões de outras crianças que podem
expressar qualquer emoção, de frustração e
culpa a tristeza e medo. Elas são obrigadas
a discutir essas emoções, colocando em
palavras o que a outra criança pode
estar sentindo. Elas são ensinadas a evitar
julgamentos ou insensibilidade aos sentimentos
de outras pessoas. É mais fácil pensar
em maneiras divertidas de fazê-las sorrir novamente.
De acordo com uma revisão dos programas
dinamarqueses de felicidade de Jessica Alexander
, da CPH, o aprendizado cooperativo é uma das
estratégias mais poderosas do sistema.
Os professores são obrigados a agrupar crianças
de diferentes pontos fortes e fracos.
Por exemplo, crianças que são excepcionalmente
boas em certos assuntos são agrupadas com
outras que não são tão fortes nessas áreas.
Nas aulas de ginástica, as crianças mais
enérgicas podem ser agrupadas com as
menos ativas, enquanto nos debates os
extrovertidos são agrupados com os introvertidos.
O gênio da matemática pode ser o wallflower
no futebol, e o atleta pode se perder na química.
Todo mundo tem seus pontos fortes e fracos.
A aprendizagem cooperativa permite que
as crianças se capacitem e se motivem.
Elas aprendem a importância do trabalho
em equipe e o respeito pelas habilidades
umas das outras. Aquelas que são melhores
em alguma coisa são treinadas para treinar
os outros com bondade e amor.
Elas melhoram suas habilidades e aprendem
empatia ao interagir com as pessoas ao
seu redor.
O bullying é um problema que tem penetrado
profundamente nos sistemas educacionais de
todo o mundo, criando um problema para
o qual ninguém parece ter uma solução
definitiva. A Fundação Mary na Dinamarca,
em homenagem à princesa Maria da Dinamarca,
administra um programa anti-bullying para
crianças entre três e oito anos de idade.
As crianças discutem os males do bullying
e como isso afetaria negativamente suas
vidas. Elas aprendem o quanto é importante
nunca se provocar e ser sempre sensíveis
aos sentimentos de outras pessoas.
Outros países devem seguir a linha da Dinamarca
O amor faz o mundo girar. Dezenas de nações
gastam bilhões em campanhas para
promover a paz mundial, mas ela poderia ser
alcançada de maneira barata, começando
no nível básico com os pequenos cidadãos.
com os sentimentos de outras pessoas,
o mundo não seria tão machucado como hoje.
Todo mundo que cometeu um crime violento
contra uma pessoa ou uma nação ja foi uma
criança inocente. Aos três anos de idade,
elas podem ter compartilhado a água ou
os lanches com outra criança. Se ao menos
elas fossem treinadas para reter essa
doçura e carinho por outras pessoas.
Ainda há uma chance. Cuidar de crianças
com empatia contribui para adultos
bem-sucedidos, mentalmente estáveis e
emocionalmente capazes. Elas aprendem
a ser sensíveis aos sentimentos dos
outros e a interagir com confiança na
sociedade. Outros sistemas educacionais
ao redor do mundo podem incorporar
esses métodos dinamarqueses e também
criar novos meios para ensinar as crianças
a serem perspicazes e generosas entre si.
Segundo Stephen Pinker, “a natureza humana
é complexa. Mesmo que tenhamos inclinação
para a violência, também temos tendência
à empatia, à cooperação e ao autocontrole. ”
Adaptado do site Family life goals
A poucos dias das eleições autárquicas e quando se fala sobre a municipalização da educação, à falta de uma Estratégia Nacional de Prevenção e Combate ao Bullying & Cyberbullying, parece-nos oportuno alertar para o papel das autarquias locais neste domínio.
Prevenir e combater os comportamentos de bullying e cyberbullying deve ser um trabalho diário e permanente em todas as escolas e, cada vez mais, noutros contextos, envolvendo não só todos os membros da comunidade educativa, mas também as autarquias e outras forças da sociedade civil.
A prevenção, intervenção e combate ao bullying e cyberbullying não pode continuar a ser vista como algo esporádico e limitado no tempo, realizado apenas em contexto escolar e mediante projetos avulsos sem continuidade temporal e dependente de financiamento comunitário. De facto, a investigação mostra que os índices de bullying baixam substancialmente se existir uma visão sistémica e holística do fenómeno, materializando-se em iniciativas realizadas ao longo do ano e onde exista um compromisso e envolvimento proativo de toda a comunidade.
Face ao exposto, desafiamos todos os candidatos às eleições autárquicas a incluir nos seus programas eleitorais a criação e desenvolvimento de Estratégias Municipais de Prevenção e Combate ao Bullying e Cyberbullying que se materializem nas seguintes medidas, entre outras:

A criação e adoção de uma Estratégia Municipal de Prevenção e Combate ao Bullying e Cyberbullying sinalizará a todo o concelho que, mais do que palavras e promessas de ocasião em período eleitoral, as candidaturas encaram o tema com seriedade, assumindo a liderança política que deles se espera caso sejam eleitos.
A EQUAÇÃO DE AL-KHAWARIZMI