"Daisy Chain e Um Veículo parágrafo OS pais abordarem o ASSUNTO fazer intimidação com OS SEUS Filhos, Independente da Suspeita that como SUAS Crianças possam Ser como Vítimas UO perpetradores", Disse à Publicação Oscar Yildiz da Organização Australia Foundation. "
domingo, 28 de fevereiro de 2016
Daisy Chain é um veículo para os pais abordarem o assunto do bullying
"Daisy Chain e Um Veículo parágrafo OS pais abordarem o ASSUNTO fazer intimidação com OS SEUS Filhos, Independente da Suspeita that como SUAS Crianças possam Ser como Vítimas UO perpetradores", Disse à Publicação Oscar Yildiz da Organização Australia Foundation. "
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Bullying no local de trabalho
"Fofoquinhas, intimidações, manipulações: comportamentos que fazem um profissional se sentir humilhado em seu ambiente de trabalho. O bullying é um mal que não atinge só os colégios. Também existe nos espaços corporativos, e é muito mais comum do que se imagina."
"Um dos indícios de que alguém está sofrendo bullying é o fato de a pessoa ser excluída de processos nos quais deveria estar envolvida, pelo cargo que ocupa. Outro indício é quando o profissional não consegue ser incluído em círculos informais de colegas, sem motivo aparente - explica Celestino".
"A consultora Ylana Miller, que dá aula de gestão de carreiras no Ibmec,explica que o bullying muitas vezes é manifestado por meio de manipulações sutis que nem sempre são percebidas inicialmente pelas vítimas, mas que vão prejudicando seu crescimento profissional. Um exemplo é quando um colega fica com o crédito pela ideia de outro, diante da chefia, mas consegue transmitir para a vítima a ideia de que a está ajudando."
- É uma epidemia invisível - define Ylana Miller,.
http://oglobo.globo.com/economia/emprego/bullying-no-trabalho-um-mal-invisivel-4065488
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Maturidade emocional
“Maturidade emocional é perceber que não tenho necessidade de culpar ou julgar ninguém pelo que acontece comigo”
Anthony de Mello
Normalmente, a maturidade é associada à idade e aos anos de experiência de vida cronológica. No entanto, quando se trata de maturidade emocional, a idade pode ter pouco a ver com isso. Muitas vezes a maturidade física chega antes da maturidade emocional.
Amadurecer significa entender que não existe amor maior do que o amor próprio, aprender e aceitar o que a vida nos apresenta e seguir adiante.
A maturidade emocional não surge do nada; exige trabalho, esforço, boa vontade e o desejo de olhar para dentro e se conhecer melhor, com a cabeça e o coração em perfeita sintonia. Amadurecer significa encarar a realidade como ela é, muitas vezes bem mais dolorosa do que gostaríamos.
1- Saber dizer adeus E Maturidade emocional
A maioria de nós sente muito medo, principalmente quando se trata de soltar as amarras e deixar a vida fluir.
Pensar que o passado foi melhor é muito doloroso; nos impede de soltar e deixar ir.
As pessoas emocionalmente maduras sabem que a vida fica muito melhor quando é vivida em liberdade. Então, deixam ir o que não lhes pertence, porque entendem que ficar preso ao passado nos impede de fechar ciclos e curar nossas feridas emocionais.
2- Conseguem Olhar Para o Seu Passado emocional sem dor
Limpar a dor do nosso passado é absolutamente necessário para avançarmos em nosso caminho emocional. As ervas daninhas crescem rapidamente; se não limparmos nosso caminho, não veremos o que está próximo.
As pessoas emocionalmente maduras sabem da importância de viver no presente, superando e aceitando o que passou. O que aconteceu, já aconteceu; não podemos mudar. Aprenda com os erros e siga em frente.
Se perdermos o contato com o nosso interior, não nos afastamos dele, mas permitimos que o negativo do nosso passado interfira na nossa vida presente. Isso é muito doloroso.
"É POR ESSE Motivo Que, tivermos aprendido QUANDO O Suficiente Sobre a dor Nossa, perderemos o medo de Olhar Para Dentro e curaremos Nosso Passado emocional Paragrafo Avançar Mais Um Passo na vida".
3- Tem Consciência Fazer Que Pensam e SABEM
A maturidade emocional nos ajuda a entender melhor nossos próprios sentimentos e os dos demais. As pessoas emocionalmente maduras se esforçam para escrever e pensar sobre as suas opiniões ou sobre como se sentem.
“Amadurecer é ter cuidado com o que diz, respeitar o que ouve e meditar sobre o que pensa”.
A clareza mental das pessoas maduras contrasta com a preguiça e o caos mental das pessoas imaturas. Portanto, a maturidade emocional ajuda a resolver problemas cotidianos de forma eficaz.
4- Não reclamam de nada
Parar de reclamar é a melhor maneira de promover mudanças.
Como Queixas PODEM nsa aprisionar em Labirintos sem saída. Como PESSOAS emocionalmente maduras Já aprenderam Que somos O Que Pensamos. Se Você Agir Mais e reclamar Menos, Significa Que ESTÁ crescendo emocionalmente.
Quer viver infeliz? Reclame de Tudo e de Todos.
5- Conseguem Ser empáticas, SEM SE deixar alheias Influenciar Pelas Emoções
Como PESSOAS emocionalmente maduras TEM Respeito POR si mesmas e Pelos Outros. TEM Habilidade Para se relacionar da Melhor forma Possível com OS demais; . SABEM Ouvir, Falar e trocarte INFORMAÇÕES Aprenderam Um Olhar de forma generosa Para O Outro ; Todos Nós TEMOS Valores Diferentes, mas Queremos Ser aceites e Felizes.
6- Não Se castigam Pelos SEUS Erros
Aprendemos com OS NOSSOS Erros; falhar nsa permite enxergar OS Caminhos Que NÃO devemos Seguir.
Como PESSOAS maduras Não Se punem POR limitações possuírem, Simplesmente Como aceitam e tentam melhorar. SABEM Que Nem sempre Tudo Acontece Como Queremos, MAS Cada Erro E UMA boa Oportunidade Paragrafo O Crescimento Pessoal.
7- Aprenderam a se abrir emocionalmente
Como couraças emocionais pertencem Ao Passado. E MUITO Importante comprometimento ter, de amor, autoconfiança e Acreditar NAS PESSOAS. NÃO SEJA perfeccionista e NEM espere hum Perfeição dos Outros. Esqueça Como desavenças e perdoe, Uma Inclusive MESMO Voce.
"Desfrute do Tempo compartilhado da MESMA forma Que desfruta do Tempo Sozinho".
Maturidade emocional E assumir o Controle da SUA vida, ter SUA Própria Visão de Mundo e ambição Pará hum Sucesso. Ao desenvolver Uma Maturidade emocional de Uma vida Torna-se hum prazer, e NÃO Uma Obrigação.
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O Psicólogo Solomon Asch demostrou: A inveja atrapalha o progresso da humanidade.
Em 1951, o reconhecido psicólogo americano Solomon Asch foi a um instituto para realizar um teste de visão. Pelo menos isso foi o que ele disse aos 123 jovens voluntários que participaram – sem saber – de um experimento sobre a conduta humana em um entorno social. O experimento era muito simples. A uma turma de um colégio foi introduzido um grupo de sete alunos, que estavam mancomunados com Asch. Enquanto isso, um oitavo estudante entrava na sala achando que o resto dos garotos participava da mesma prova de visão que ele.
http://www.psicologiasdobrasil.com.br/a-inveja-atrapalha-a-humanidade/#ixzz41Sax6LlM
Fazendo-se passar por oculista, Asch mostrava três linhas verticais de diferentes comprimentos, desenhadas junto a uma quarta linha. Da esquerda para a direita, a primeira e a quarta mediam exatamente o mesmo. Então, Asch pedia que dissessem em voz alta qual das três linhas verticais era igual à outra desenhada justo ao lado. E organizava a atividade de tal maneira que o aluno que servia como cobaia do experimento sempre respondesse por último, depois de escutar a opinião do resto dos companheiros.
A resposta era tão óbvia e singela que quase não havia como errar. No entanto, os sete estudantes que haviam feito um acordo com Asch escolhiam sempre a mesma resposta incorreta. Para dissimular um pouco, um ou dois podiam escolher outra opção, que também estivesse equivocada. Este exercício foi repetido 18 vezes por cada um dos 123 voluntários que participaram do experimento. Todos compararam as mesmas quatro linhas verticais, dispostas em diferente ordem.
Cabe ressaltar que apenas 25% dos participantes mantiveram seu critério todas as vezes que a pergunta foi feita; o resto se deixou influenciar pelo menos uma vez pela opinião dos demais. Os alunos cobaias responderam incorretamente mais de um terço das vezes para não ir contra o que dizia a maioria. Uma vez finalizado o experimento, os 123 alunos voluntários reconheceram que “distinguiam perfeitamente a linha correta, mas que não tinham dito em voz alta por medo de se equivocar, de ser exposto ao ridículo ou de ser o elemento discordante do grupo”.
Atualmente, este estudo continua a fascinar as novas gerações de pesquisadores da conduta humana.
A conclusão é unânime: estamos muito mais condicionados em relação ao que pensamos. Para muitos, a pressão da sociedade continua sendo um obstáculo intransponível. O próprio Asch se surpreendeu ao ver o quanto está equivocado afirmar que os seres humanos são livres para decidir o próprio caminho na vida.
Além do famoso experimento, no jargão do desenvolvimento pessoal se diz que padecemos da síndrome de Solomon quando tomamos decisões ou adotamos comportamentos para evitar sobressair, se destacar ou brilhar em um determinado grupo social, e também quando nos boicotamos para não sair do caminho trilhado pela maioria. De forma inconsciente, muitos tememos chamar atenção em excesso – e inclusive triunfar – por medo de que nossas virtudes e nossas conquistas ofendam os demais. Esta é a razão pela qual, em geral, sentimos um pânico atroz ao falar em público. Não em vão, por uns instantes, nos transformamos no centro das atenções. E ao nos expormos abertamente, ficamos à mercê do que as pessoas possam pensar de nós, o que nos deixa em uma posição de vulnerabilidade.
A síndrome de Solomon evidencia o lado obscuro de nossa condição humana. Por um lado, revela nossa falta de autoestima e de confiança em nós mesmos, ao pensarmos o quanto o nosso valor enquanto pessoas depende de como os outros nos avaliam. E, por outro lado, constata uma verdade inconveniente: continuamos fazendo parte de uma sociedade na qual se tende a condenar o talento e o sucesso alheios. Embora ninguém fale sobre isso, em um plano mais profundo, o fato de prosperar é mal visto. E mais agora, em plena crise econômica, com a precária situação que assola milhões de cidadãos.
Por trás de condutas assim se esconde um vírus, tão escorregadio quanto letal, que não só nos adoece, mas também paralisa o progresso da sociedade: a inveja.
A Real Academia Espanhola define esta emoção como o “desejo de algo que não se possui”, o que provoca “tristeza ao se observar o bem alheio”. A inveja surge quando nos comparamos com outra pessoa e concluímos que ela tem algo que queremos ou ao que aspiramos. Isso nos leva a pôr o foco em nossas carências, que se acentuam na medida em que pensamos nelas. E assim se cria o complexo de inferioridade; de repente, sentimos que somos menos porque outros têm mais.
Sob o feitiço da inveja, somos incapazes de ficar felizes com as alegrias alheias. De forma quase inevitável, essas atuam como um espelho onde costumamos ver refletidas nossas próprias frustrações. No entanto, reconhecer nosso complexo de inferioridade é tão doloroso, que necessitamos canalizar nossa insatisfação julgando a pessoa que conseguiu o que invejamos. E para encontrar motivos para criticar alguém basta ter um pouco de imaginação.
O primeiro passo para superar o complexo de Solomon consiste em compreender a futilidade que é se deixar incomodar pela opinião que as outras pessoas têm sobre nós. Se pensarmos minuciosamente, temos medo de nos destacar devido ao que certas pessoas – movidas pelo desgosto gerado por seu complexo de inferioridade – possam dizer de nós para compensar suas carências e sentir-se melhor consigo mesmas.
E o que fazer com a inveja? Como se supera? Muito simples: deixando de demonizar o sucesso alheio para começar a admirar e a aprender com as qualidades e com os pontos fortes que permitiram que outros realizassem seus sonhos. Apesar de que aquilo que cobiçamos nos destrói, o que admiramos nos constrói. Essencialmente porque passamos a cultivar esses sentimentos em nosso interior. Por isso, a inveja é um mestre que nos revela os dons e talentos inatos que ainda podemos desenvolver.
Em vez de lutar contra o externo, devemos utilizá-la para nos aperfeiçoarmos interiormente. E no momento em que superemos coletivamente o complexo de Solomon, possibilitaremos que cada um contribua – de forma individual – com o melhor de si mesmo para sociedade.
A luz de Nelson Mandela
Depois de passar 27 anos na prisão e ser eleito, em 1994, presidente da África do Sul, Nelson Mandela compartilhou com o mundo inteiro um de seus poemas favoritos, escrito por Marianne Williamson:
“Nosso temor mais profundo não é que sejamos inadequados. Nosso temor mais profundo é que somos excessivamente poderosos. É nossa luz, e não nossa escuridão, que nos atemoriza. Perguntamo-nos: quem eu sou para ser brilhante, magnífico, talentoso e fabuloso? Na realidade, quem é para não sê-lo? Subvalorizar-se não ajuda o mundo. Não há nada de instrutivo em acovardar-se para que outras pessoas não se sintam inseguras perto de você. Esta grandeza de espírito não se encontra só em alguns de nós; está em todos. E ao permitir que nossa própria luz brilhe, de forma tácita, estamos dando às demais permissão para fazer o mesmo. Ao nos libertarmos de nosso próprio medo, automaticamente, nossa presença liberta outros”.
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sábado, 27 de fevereiro de 2016
Ginásio do Cérebro Sénior - Fundação Betânia de Bragança
Os idosos de uma instituição de Bragança vão ter um novo ginásio onde em vez de exercício físico vão treinar a mente, num projeto inovador a nível local para dar resposta ao número crescente de situações de demências.
O Ginásio do Cérebro Sénior é a mais recente iniciativa da Fundação Betânia de Bragança e, segundo a diretora, Paula Pimental, deverá estar a funcionar durante o mês de março, destinado aos 110 utentes da instituição sejam residentes, de centro de dia ou apoio domiciliário.
O ginásio vai utilizar os conceito de neuróbica e neurofitness para estimular o cérebro e nasce da necessidade de dar resposta ao aumento significativo da prevalência de situações de utentes com algum tipo de demência, que em apenas um ano, de janeiro de 2015 a janeiro de 2016, passou de menos de 42% para metade dos idosos atendidos pela instituição.
A prevalência de demências é ainda superior nos utentes do centro de dia com uma taxa de 73%, de acordo com dados da instituição.
O novo projeto partiu da diretora e do assistente social Bruno Santos que explicou à Lusa que este ginásio “é um espaço alicerçado em programas de treino cognitivo cujo objetivo é ativar as funções cognitivas”.
Leia também: 10 sinais de alerta da Doença de Alzheimer
São, como disse, exercício de “treino mental que procuram trabalhar a concentração, a atenção, o raciocínio lógico, a parte da linguagem, da perceção”, contribuindo para “melhorar a resposta do ponto de vista cognitivo face a situações simples do dia-a-dia como vestir ou tomar banho”.
O objetivo, como salientou, é “intervir naqueles que a doença já está instalada, retardando a progressão, mas prevenir também o aparecimento”.
A instituição adaptou uma sala para o efeito equipada com equipamento informático e de estimulação sensorial e cognitiva como painéis sensoriais, 'tablet' , computadores portáteis, coluna de água.
“Equipamento de topo específico”, vincou Bruno Santos, para projetar cores e formas, treino de orientação temporal com o dia da semana, mês, estação do ano, etc., entre outros exercícios.
“O simples facto de estar ali um grupo se calhar vai também promover a interação e a socialização”, indicou a diretora.
O Ginásio do Cérebro Sénior custou mais de 33 mil euros e ganhou um apoio financeiro de 25.200 euros de um programa da Fundação EDP, a edição 2015 da EDP Solidária Inclusão Social.
O remanescente fica a cargo da fundação tem se tem candidatado a vários programas do género e já tinha sido contemplada pela Sic Esperança com financiamento para uma sala de estimulação sensorial e terapia de relaxamento, onde funciona há quatro anos um programa de estimulação cognitiva em grupo.
O novo ginásio terá, além do equipamento, vários terapeutas, desde gerontólogos, animador sociocultural, assistente social, fisioterapeuta, e a preocupação é, segundo a diretora, “reforçar algumas práticas” já existentes na casa.
“Por outro lado, cada vez mais os utentes que chegam apresentam sinais e nós queremos também contrariar essa tendência e, ao mesmo tempo, ajudar aqueles que ainda têm consciência e que estão bem, para prevenir possíveis problemas desta natureza”, acrescentou.
http://lifestyle.sapo.pt/saude/noticias-saude/artigos/braganca-vai-ter-o-primeiro-ginasio-do-cerebro-para-exercitar-idosos-contra-demencias?artigo-completo=sim
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Ler nos torna mais felizes
“A leitura nos torna mais felizes e nos ajuda a enfrentar melhor a nossa existência. Os leitores vivem mais contentes e satisfeitos do que os não leitores, e são, em geral, menos agressivos e mais otimistas”. A afirmação é dos responsáveis por uma análise efetuada recentemente pela Universidade de Roma III a partir de entrevistas com 1.100 pessoas. Aplicando índices como o da medição da felicidade de Vennhoven e escalas como a Diener para medir o grau de satisfação com a vida, os pesquisadores chegaram a essas conclusões, que demonstram, como afirma Nuccio Ordine, autor do manifesto A Utilidade do Inútil, que “alimentar o espírito pode ser tão importante quanto alimentar o corpo”. E que precisamos, bem mais do que se imagina, dessas experiências e conhecimentos que não se traduzem em benefícios econômicos.
Como nos sentimos e quais mudanças experimentamos ao mergulhar em uma história? Há um efeito transformador? Os protagonistas das ficções nos levam a que enxerguemos as nossas contradições e nossos desejos? Fazem com que nos recordemos de coisas essenciais, talvez esquecidas?
A ciência possui cada vez mais recursos para responder a essas perguntas. Artigos publicados em revistas especializadas expõem resultados de ressonâncias magnéticas que revelam a alta conectividade que se estabelece no sulco central do cérebro, região do motor sensorial primário, e no córtex temporal esquerdo, área associada à linguagem, enquanto lemos um livro e depois de acaba-lo.
O stresse se reduz e a inteligência emocional sai ganhando, assim como o desenvolvimento psicossocial, o autoconhecimento e o cultivo da empatia, segundo uma equipe de neurocientistas da Universidade de Emory, em Atlanta, que monitoraram as reações de 21 estudantes durante 19 dias seguidos. A leitura pode até mesmo alterar comportamentos por meio da identificação com os protagonistas das histórias lidas, defende Keith Oatley, romancista e professor de Psicologia Cognitiva da Universidade de Toronto.
“É muito custoso, para nós, colocarmo-nos no lugar do outro no dia a dia, mas quantas vezes já não nos colocamos na pele de um personagem de romance? Criamos uma empatia com ele, e isso nos ajuda a compreender melhor os sinais emitidos pelos outros”, argumenta Antonella Fayer, psicóloga e coachespecializada no desenvolvimento de liderança, para quem “as lições sobre dilemas morais e emocionais que encontramos na literatura são necessárias para todas as pessoas, e muito especialmente para líderes e políticos, que estão convencidos de que não têm tempo. Atuam, avaliam e fazem discursos, mas seria conveniente para eles mesmos se conseguissem parar um pouco e fazer leituras para melhorar a sua compreensão dos outros”, assinala Fayer, fazendo uma alusão às palavras de Alan Brew, ex-editor do Financial Times: “Ler os grandes autores faz de você uma pessoa mais bem preparada para tomar decisões criativas, interessantes e educadas”.
O convencimento quanto aos benefícios gerados pela leitura é o que move a School of Life, um centro londrino de biblioterapia que prescreve livros para ajudar na superação de conflitos (rupturas, disputas...). Como diz o filósofo Santiago Alba Rico, autor de Leer con niños (Ler com crianças), um ensaio que estimula nos pais o prazer de compartilhar histórias com seus filhos, a leitura, como a paixão, é um “vício virtuoso”. Quando conhecemos o bem que ela nos proporciona, não conseguimos deixar de praticá-la. Voltemo-nos, portanto, para a literatura, como convidava Cortázar, “como se vai aos encontros mais essenciais da existência, como se vai ao encontro do amor e às vezes da morte, sabendo que fazem parte de um todo indissolúvel e que um livro começa e termina muito antes e muito depois de sua primeira e de sua última página”.
http://brasil.elpais.com/brasil/2016/01/22/eps/1453483676_726569.html?id_externo_rsoc=FB_CM
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A desobediência e o Transtorno de Oposição Desafiante (TOD)
"A desobediência pode ser uma característica comum entre crianças e pré-adolescentes, mas quando a atitude de teimosia é excessiva é preciso estar atento a um possível Transtorno de Oposição Desafiante (TOD)."
O que é o Transtorno de Oposição Desafiante?
O Transtorno de Oposição Desafiante é caracterizado por uma atitude reiterada de teimosia, postura desafiadora e comportamento hostil. Este é um quadro que pode afetar crianças e pré-adolescentes, geralmente em idade escolar. Ainda não existem causas genéticas comprovadas que possam levar ao desenvolvimento do TOD, mas sabe-se que o ambiente em que a criança convive pode estimular o comportamento difícil.
O não tratamento deste transtorno pode trazer consequências como:
- Prejuízos na vida social da criança, pois a forte teimosia e os acessos de raiva afastam as outras crianças;
- Baixo desempenho escolar, porque a criança tem tendência a querer solucionar os problemas sozinha e tem dificuldade para pedir ajuda ao professores,
- Desenvolvimento de Transtorno de Conduta na adolescência.
Observar o comportamento da criança e procurar tratamento adequado para o problema são atitudes importantes para evitar a evolução do transtorno e para garantir que a criança tenha uma infância saudável.
Como identificar o transtorno?
Apresentar um comportamento desobediente, de vez em quando, não é incomum entre crianças e adolescentes. Ser teimoso, aletoriamente, ou demonstrar raiva por determinada situação também não. O problema é quando estas são atitudes constantes. Confira algumas atitudes que ajudam a identificar o TOD:
- Ataques de raiva;
- Discussões frequentes com pais, coleguinhas e professores;
- Comportamento vingativo;
- Atitude hostil;
- Agressividade;
- Recusa para obedecer a regras;
- Negativismo.
Ao contrário da bipolaridade, não acontecem alterações acentuadas de humor. A agressividade é uma característica predominante no comportamento da criança com TOD. Para alguns autores, o Transtorno de Oposição Desafiante é uma fase antecedente ao Transtorno de Conduta, ou seja, é uma etapa mais leve, apresentada em uma fase mais nova da vida. O Transtorno de Conduta é caracterizado por um comportamento violento, pela ausência de preocupação com o bem estar alheio e pela agressividade excessiva.
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A inversão de valores - Leandro Karnal
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